Sobre Religião
Um texto polêmico
Carol Brunel
Eu não acredito na Bíblia... Ou melhor, não a vejo como uma Lei a ser seguida.
Eu acredito apenas que existe um Deus. Um SER superior que conduz as forças do universo. Um Deus que quer o bem independente de normas criadas pelo homem. Posso me satisfazer com algumas coisas escritas na Bíblia, posso ver Deus em algumas palavras ali escritas. Em outras, porém, não! Pois, não sou adepta de regras e muito menos de doutrinas religiosas. Isso para mim é coisa do homem. Por sua vez, foi o homem quem a escreveu (a bíblia). E conhecendo, mesmo que vagamente os homens... Sabe-se que esse ser “audacioso”, na vontade de comandar e conduzir o mundo conforme suas vontades: criou REGRAS. É assim que hoje vivemos, num mundo abarrotado de Leis e regras, muitas delas criadas para aplacar o mal que nós mesmos criamos, outras para ditar certo e errado. E foram essas “leis” que fizeram muita gente brincar de ser Deus, julgando e acusando uns aos outros.
Para mim, Deus está em todo lugar e a todo o momento. No verde das plantas, no vento que sopra, nas ondas do mar, em cada pedaço da natureza e onde quer que eu possa senti-lo. Deus é a paz que eu sinto quando olho o pôr-do-sol, é a alegria de estar com os amigos ou de brincar com uma criança, é o existir da família, é o compartilhar, é a música que toca meu coração... é o amor que vive em mim o tempo todo. Esse amor que pouquíssimas pessoas entendem, pois a grande maioria está repleta de paradigmas e só consegue enxergar beleza e naturalidade naquilo que lhe “ditaram” ser o certo. Talvez no que esteja escrito... E assim, qualquer um que segue outro caminho é visto como inconveniente e louco!
Eu sei que a maioria das pessoas sente a presença de Deus dentro de templos erguidos pelo homem, onde se reúnem para seguir rituais religiosos ou quem sabe glorificar. É bonito, mas: Eu não! E então alguém pode protestar dizendo: está escrito na Bíblia.
Ok! Mas, para mim a bíblia é tal qual o livro de ficção sobre Deus que acabei de ler, onde algumas coisas me tocam e outras não. São palavras do homem, escritas pelo homem. Assim como essas que escrevo. E quando escrevemos, mesmo que não haja intenção de impor uma idéia e sim apenas dividi-la, no fundo essa idéia ‘soa’ como imposição. É como se quiséssemos ditar nossas próprias regras, mas na verdade queremos dividir um conceito. Por isso, das palavras do homem eu extraio aquilo que concordo... de Deus eu extraio a beleza da vida e amor que eu vejo nos pequenos detalhes.
E enquanto a grande maioria vive apegada a regras, eu vivo apegada a liberdade da vida e do amor...
Para mim, sentir Deus é muito mais do que o ato de participar de um rito religioso, muitas vezes decorado. Porém, por ser alguém livre de preconceito nesse sentido (e lutando para se livrar de tantos outros preconceitos que foram introduzidos pela humanidade) eu não julgo e muito menos acho errado quem acredita na bíblia e participa de doutrinas. Respeito de todo meu coração! Convivo com diversas pessoas que creem sem problema algum...Até por que cada pessoa sabe da sua necessidade. Por isso, penso que cada um tem liberdade parar viver da sua maneira. Seguindo aquilo que crê. Sentindo Deus da forma que achar mais conveniente a si.
Por esse motivo não acho honesto quando as pessoas pensam que por que uma pessoa não vai a Igreja, ou por que vive de forma diferenciada, aquela pessoa não acredita em Deus ou não tem Fé. Muitas vezes essa pessoa tem uma fé ainda maior do aquele que vive participando de ritos. O que eu quero dizer é que a FÉ se manifesta de diferentes maneiras para cada um de nós.
E as religiões usam as regras por elas impostas e determinadas para ganhar força e controlar as pessoas de que precisam para “sobreviver”.
“As regras não podem trazer a liberdade, elas só trazem o poder de acusar” William P. Young
Ter fé e ser bom, para mim, é muito mais do que seguir uma doutrina, ler um livro que fala sobre Deus, ou fazer bondade uma vez por ano (no natal, geralmente quando as pessoas se solidarizam em ajudar o próximo). Acreditar em Deus é admitir que somos imperfeitos, é saber perdoar e pedir perdão, é amar ao próximo sem preconceitos. Por que muitos de nós, somos capazes de amar um animal e desprezar um “irmão” por ele ser diferente ou por suas escolhas serem distintas. Sim! Nós temos a temível limitação de que todos devem ser como nós: iguais! Dessa forma qualquer um que não siga o “regulamento” do homem acaba sofrendo preconceito.
diga-se assim: homossexuais entre outros...
Eu, por exemplo, já sofri preconceito por ser gordinha na infância, mas nunca discriminei uma pessoa por ela ser magra demais. Entretanto, cheguei ao ponto de discriminar a mim mesma por anos, por causa dos conceitos que a sociedade plantou em mim (regras) e confesso que essa luta é bem mais difícil do que se pensa... lutar contra um desejo, por causa de um conceito idiota da sociedade.
De qualquer forma toda leitura é sempre bem vida. Pois sempre se extrai coisas boas, desde que não levemos todas as coisas ao pé da letra.
Eu mesma escrevi esse texto, após ler um livro lindíssimo o qual eu recomendo para todas as pessoas, mesmo as que não acreditam em Deus, chamado: A CABANA.
Pude extrair coisas muito boas dessa leitura (ficção), e assim extraindo um pouco ali e lá, no dia-a-dia, nas leituras, nas experiências... vou “moldando” meus conceitos e crescendo como Ser Humana.
Não estou esperando que concordem com o que escrevi, pois é o meu ponto de vista sobre religião e outros temas envolvidos. Apenas que reflitam sobre a condição de que assim como cada um busca respeito por aquilo que é e por aquilo que acredita, todos os demais também esperam o mesmo. Inclusive eu!
Pratique a bem!
Afinal, todos têm suas características... Essas, típicas e únicas de cada um e que nos diferenciam uns dos outros...
Abraços,
CAROL BRUNEL
08/09/2010
sábado, 2 de outubro de 2010
quarta-feira, 11 de agosto de 2010
ODEIO FOFOQUEIROS
É engraçado como as pessoas costumam se preocupar, bisbilhotar e principalmente INVEJAR a vida alheia. É engraçado como todos tem seus defeitos, cometem erros e mesmo assim insistem em julgar o outro. Em apontar o dedo, em olhar o cisco no olho do amigo. Como se fossem Deuses, perfeitos, que vivem em famílias perfeitas e fazem tudo sempre certo. Quanta hipocrisia! A mãe que tem o filho viciado em drogas falando do filho da outra que engravidou uma menina. O primo que vive na vagabundagem falando da prima que saiu de casa. E por ai vai...
É engraçado como as pessoas insistem em determinar “certos e errados”...“bonitos e feios”... e assim em tudo na vida! Como se alguém de nós tivesse a competência de dizer o que o certo e o que é errado. Se o certo para um pode ser errado para o outro e vice-versa.
É meu caros! De “línguas” afiadas de maldade o mundo está cheio. E cheio talvez seja pouco...
Difícil mesmo é encontrar pessoas do bem. Pessoas que se importam com o caráter do outro, que se preocupam com a felicidade do outro, que disseminam a paz e o amor. Essas pessoas são espécies praticamente extintas.
Pessoas que não se importam se um é baixo, outro é alto, um é gordo, outro é magro, um é negro, outro é branco... E se importam sim com o que a pessoa é como ser humana. Talvez se a televisão ao invés de passar tanta porcaria, como as novelas, se preocupasse em difundir essas idéias, as coisas seriam diferentes.
Mas, o que vemos hoje é um mundo fútil e materialista. De pessoas que dão mais valor a uma conta bancária recheada do que a uma amizade verdadeira. De pessoas que se preocupam mais com credo, cor de pele, status e sexualidade do que com o ser humano propriamente dito. De pessoas que te abraçam na tua frente e pelas costas soltam o verbo a teu respeito. De pessoas que perdem tempo vigiando, e pior ainda falando da vida alheia ao invés de viverem a suas próprias vidas e cuidarem do seu próprio nariz. De pessoas tão, mais tão vazias de conteúdo que não tem mais nada a fazer a não ser falar do outro. De pessoas que vivem casamentos de fachada, que vivem de aparências ridículas, numa felicidade mentirosa que elas mesmas inventam para si... Mas, no fundo elas são tão infelizes e tão frustradas na vidinha sem graça que levam que para esconder sua infelicidade pegam outros para cristo.
Sinceramente! Tenho pena dessa gente. Muita pena mesmo! E graças a Deus, minha mente aberta, desprovida de maldade e convencionalismo, e voltada para o amor, não me permite ser assim e tão pouco desejar a felicidade alheia. Por que a felicidade do outro não me faz mal e nem me atrai. Do contrário eu fico feliz com a felicidade de um amigo. Seja qual for a sua escolha e seu caminho...
Por que as minhas eu mesma faço...
Sim! Estamos rodeados de pessoas maldosas, preconceituosas, fofoqueiras, invejosas e falsas. E desse grupo não se descartam os parentes. Essa é a nossa realidade. Uma realidade que vai extinguindo as amizades e até as famílias, pois hoje a COBIÇA está todo lugar.
Difícil mesmo é confiar em alguém para valer...
E o que mais me deixa triste é ver que o tempo passa e certas coisas e certas pessoas não mudam. Em plena modernidade, globalização. Certas cabeças continuam medievais. Certas “línguas” continuam maldosas e afiadas. Tantas lições que o mundo nos dá e mesmo assim algumas pessoas não são capazes de aprender um pouco se quer sobre o respeito. Talvez seja por que suas cabeças estão desocupadas demais, ao ponto de terem tempo para cuidar da vida do outro. Talvez seja por que a inveja é tamanha em seus corações que tão pouco conseguem viver suas próprias vidas.
Por isso, eu não vou dizer aqui quem sou ou deixo de ser. O que faço ou deixo de fazer da minha vida. Afinal de contas a minha vida não pertence a ninguém! Ela me pertence e eu vivo ela da forma que eu quiser. Igualmente, ninguém paga as minhas contas.
Eu sei que volta e meia, algum invejoso desocupado vai vasculhar a minha vida e talvez até falar a meu respeito. Normal... eu vou ficar sabendo e desconsiderar.
Mas, enquanto isso (na sala de justiça rs) eu vou vivendo a minha vida e trilhando meu caminho. Do meu jeito. Do jeito que me faz bem. Concordem ou discordem. Aceitem ou não aceitem. Pouco importa! Vive-se hoje e morrer-se amanha.
O único recado que eu deixo é o seguinte: quer saber a meu respeito? Tem dúvidas sobre mim? Pergunte-me! Se eu achar digno de saber eu conto, se não achar não conto. Simples assim!
FIM
CAROL BRUNEL
“... e se me achar esquisita, respeite mesmo assim, até eu fui obrigada a me respeitar”.
Clarice Lispector
É engraçado como as pessoas insistem em determinar “certos e errados”...“bonitos e feios”... e assim em tudo na vida! Como se alguém de nós tivesse a competência de dizer o que o certo e o que é errado. Se o certo para um pode ser errado para o outro e vice-versa.
É meu caros! De “línguas” afiadas de maldade o mundo está cheio. E cheio talvez seja pouco...
Difícil mesmo é encontrar pessoas do bem. Pessoas que se importam com o caráter do outro, que se preocupam com a felicidade do outro, que disseminam a paz e o amor. Essas pessoas são espécies praticamente extintas.
Pessoas que não se importam se um é baixo, outro é alto, um é gordo, outro é magro, um é negro, outro é branco... E se importam sim com o que a pessoa é como ser humana. Talvez se a televisão ao invés de passar tanta porcaria, como as novelas, se preocupasse em difundir essas idéias, as coisas seriam diferentes.
Mas, o que vemos hoje é um mundo fútil e materialista. De pessoas que dão mais valor a uma conta bancária recheada do que a uma amizade verdadeira. De pessoas que se preocupam mais com credo, cor de pele, status e sexualidade do que com o ser humano propriamente dito. De pessoas que te abraçam na tua frente e pelas costas soltam o verbo a teu respeito. De pessoas que perdem tempo vigiando, e pior ainda falando da vida alheia ao invés de viverem a suas próprias vidas e cuidarem do seu próprio nariz. De pessoas tão, mais tão vazias de conteúdo que não tem mais nada a fazer a não ser falar do outro. De pessoas que vivem casamentos de fachada, que vivem de aparências ridículas, numa felicidade mentirosa que elas mesmas inventam para si... Mas, no fundo elas são tão infelizes e tão frustradas na vidinha sem graça que levam que para esconder sua infelicidade pegam outros para cristo.
Sinceramente! Tenho pena dessa gente. Muita pena mesmo! E graças a Deus, minha mente aberta, desprovida de maldade e convencionalismo, e voltada para o amor, não me permite ser assim e tão pouco desejar a felicidade alheia. Por que a felicidade do outro não me faz mal e nem me atrai. Do contrário eu fico feliz com a felicidade de um amigo. Seja qual for a sua escolha e seu caminho...
Por que as minhas eu mesma faço...
Sim! Estamos rodeados de pessoas maldosas, preconceituosas, fofoqueiras, invejosas e falsas. E desse grupo não se descartam os parentes. Essa é a nossa realidade. Uma realidade que vai extinguindo as amizades e até as famílias, pois hoje a COBIÇA está todo lugar.
Difícil mesmo é confiar em alguém para valer...
E o que mais me deixa triste é ver que o tempo passa e certas coisas e certas pessoas não mudam. Em plena modernidade, globalização. Certas cabeças continuam medievais. Certas “línguas” continuam maldosas e afiadas. Tantas lições que o mundo nos dá e mesmo assim algumas pessoas não são capazes de aprender um pouco se quer sobre o respeito. Talvez seja por que suas cabeças estão desocupadas demais, ao ponto de terem tempo para cuidar da vida do outro. Talvez seja por que a inveja é tamanha em seus corações que tão pouco conseguem viver suas próprias vidas.
Por isso, eu não vou dizer aqui quem sou ou deixo de ser. O que faço ou deixo de fazer da minha vida. Afinal de contas a minha vida não pertence a ninguém! Ela me pertence e eu vivo ela da forma que eu quiser. Igualmente, ninguém paga as minhas contas.
Eu sei que volta e meia, algum invejoso desocupado vai vasculhar a minha vida e talvez até falar a meu respeito. Normal... eu vou ficar sabendo e desconsiderar.
Mas, enquanto isso (na sala de justiça rs) eu vou vivendo a minha vida e trilhando meu caminho. Do meu jeito. Do jeito que me faz bem. Concordem ou discordem. Aceitem ou não aceitem. Pouco importa! Vive-se hoje e morrer-se amanha.
O único recado que eu deixo é o seguinte: quer saber a meu respeito? Tem dúvidas sobre mim? Pergunte-me! Se eu achar digno de saber eu conto, se não achar não conto. Simples assim!
FIM
CAROL BRUNEL
“... e se me achar esquisita, respeite mesmo assim, até eu fui obrigada a me respeitar”.
Clarice Lispector
sábado, 17 de julho de 2010
OooooOoooooO
é sábado, não tem sol, chove, faz frio, muito frio aqui no sul
eu podia estar deprimida por isso... por não ver o sol...
Sim! EU até teria motivos para chorar se eu ficasse pensando em certas coisas da minha vida, que não são simples como eu gostaria que fosse.
Eu podia ficar me martirizando pelos erros que cometi, por que sou humana, imperfeita e como todo ser humano eu erro também.
Eu podia ficar triste por algumas pessoas da minha família não conseguirem me entender...
mas, ao contrário de tudo eu sou feliz... e não importa se chove, se faz frio, se não tem sol, se algumas pessoas não me aceitam como eu sou, se outras me consideram egoísta pelo fato de eu querer viver minha vida, minha idependência, minha liberdade!
É isso que é importante! É você gostar de você, ser você, viver sua vida idependente daqueles que não te aceitam... infelizmente não podemos agradar a todos... e gosta da gente quem quer, do jeito que somos...
Muitas coisas mudaram, muitas pessoas mudaram, muitos amigos se foram...
novos amigos surgiram, novas experiencias, novos motivos para sorrir e chorar
a vida é assim... eu gosto assim... eu sou assim... aventureira da vida, maluca para alguns, normal para outros... por que cada qual tem seu jeito de viver e ver a vida...
faz tempo que eu não venho aqui, e não escrevo
não é por falta de tempo, talvez minha inspiração esteja um pouco adormecida, sei lá
mas, hoje eu só quero deixar a mensagem:
não importa! se chove, faz frio, se não tem sol, se as coisas não são como você gostaria, se o mundo esta contra você...
mesmo assim... seja você, seja feliz do seu jeito
um dia o mundo vai te enteder, as coisas serão como vc esperava e o sol volta a brilhar
um beijo grande aos meus visitantes
valeuu
CAROL
eu podia estar deprimida por isso... por não ver o sol...
Sim! EU até teria motivos para chorar se eu ficasse pensando em certas coisas da minha vida, que não são simples como eu gostaria que fosse.
Eu podia ficar me martirizando pelos erros que cometi, por que sou humana, imperfeita e como todo ser humano eu erro também.
Eu podia ficar triste por algumas pessoas da minha família não conseguirem me entender...
mas, ao contrário de tudo eu sou feliz... e não importa se chove, se faz frio, se não tem sol, se algumas pessoas não me aceitam como eu sou, se outras me consideram egoísta pelo fato de eu querer viver minha vida, minha idependência, minha liberdade!
É isso que é importante! É você gostar de você, ser você, viver sua vida idependente daqueles que não te aceitam... infelizmente não podemos agradar a todos... e gosta da gente quem quer, do jeito que somos...
Muitas coisas mudaram, muitas pessoas mudaram, muitos amigos se foram...
novos amigos surgiram, novas experiencias, novos motivos para sorrir e chorar
a vida é assim... eu gosto assim... eu sou assim... aventureira da vida, maluca para alguns, normal para outros... por que cada qual tem seu jeito de viver e ver a vida...
faz tempo que eu não venho aqui, e não escrevo
não é por falta de tempo, talvez minha inspiração esteja um pouco adormecida, sei lá
mas, hoje eu só quero deixar a mensagem:
não importa! se chove, faz frio, se não tem sol, se as coisas não são como você gostaria, se o mundo esta contra você...
mesmo assim... seja você, seja feliz do seu jeito
um dia o mundo vai te enteder, as coisas serão como vc esperava e o sol volta a brilhar
um beijo grande aos meus visitantes
valeuu
CAROL
quarta-feira, 19 de maio de 2010
TEMPO....
Segunda-Feira 17 de Maio 2010
Tempo...
Será que ele é mesmo o dono dos sentimentos? Dono do amor? Dono da dor que sentimos quando perdemos alguém?
Ou será que somos nós os donos reais dos sentimentos e da nossa dor?
Tempo... Tão pouco respeita parágrafos. Não controlamos, não mandamos no tempo. Ele nos foi concedido com amor e para o amor, quando dito foi: “amai-vos uns aos outros”. O nosso tempo pode ser agora, amanha
... até quando não sabemos.
E quem pode dizer quando um amor começa? Quando ele surge? E por quê? E de onde vem? Se nem ao menos podemos explicá-lo. Quem disse que é o tempo que vai definir quando devemos amar ou deixar de amar?
Não! Não acredito nisso!
Acredito que amar alguém é admirar “tudo” naquela pessoa. Você admira as qualidades e respeita os "defeitos"... aquelas atitudes irritantes que qualquer um tem, mas que na pessoa amada, são irritantemente lindas. Afinal, todo ser humano tem seus lados negativos... e mesmo conhecendo esse lado você continua apaixonado. E não significa que você é cego, mas apenas entende que ninguém é perfeito pra ninguém e que todo mundo está sujeito a errar vez ou outra. E que mesmo amando de verdade alguém, você não está livre de magoar essa pessoa de vez em quando...
Amar é acordar e perceber que você está pensando no plural, esquecendo-se do singular... E você para de sonhar começa a realizar ao lado de alguém.
Amor se conquista. Amor se aprende, é um exercício constante e diário...
Eu sempre fui uma pessoa muito romântica, dessas à moda antiga, que sonham com flores em dias comuns, palavras ao pé do ouvido, luz de velas e tudo o mais que os filmes românticos propagam.
Só não acho legal a forma como alguns transformaram o amor em algo efêmero. Amores passageiros, transitórios. Que surgem e se apagam do dia pra noite. “Eu te amos” ditos da boca para fora como se fossem “oi”. Principalmente em meios eletrônicos. Banalizando assim um sentimento tão grande e bonito.
Sim! Porque é bem fácil dizer que ama, difícil mesmo é demonstrar isso em atitudes. Não somente declarações de amor públicas, presentes e beijos apaixonados, por que isso é consequencia do amor. Mas, amar é cuidar quando a pessoa ta doente, é levar aquele doce na TPM, é compreender aquele dia chato que a pessoa teve no trabalho, é olhar nos olhos e saber o que a outra pessoa ta sentindo, é abraçar forte sem precisar dizer nada, é sentir saudade, é querer estar junto... é ser companheiro, é ser fiel, é querer bem!
Na verdade tudo isso é muito mais complexo do que explicativo... E só precisa ser sentido e demonstrado. Dito quando essas simples três palavras de significado tão forte não conseguirem mais ficar guardadas no seu coração. E você vai saber quando precisa dividi-las... E vai dizê-las tantas vezes quanto achar necessário.
Tudo bem! Sou meio suspeita para falar de amor...
Alguns precisam de atenção diária, outros não. Alguns precisam expressar esse sentimento de forma mais intensa, outros não. Alguns precisam dizer e ouvir “eu te amo” diariamente, outros não.
mas, como já dizia Mario Quintana:
”Quando se vê já são seis horas…
Quando se vê já é sexta-feira…
Quando se vê já é Natal…
Quando se vê já terminou o ano
Agora é tarde demais para ser reprovado.
Se me fosse dado um dia, uma oportunidade, eu nem olhava o relógio,
seguiria sempre em frente, iria jogando pelo caminho a casca dourada e
inútil das horas.
Seguraria todos os meus amigos, que já não sei onde e como estão, e
diria: Vocês são extremamente importantes para mim.
Seguraria o meu amor, que está, há muito, à minha frente, e diria:
Eu te amo!”
Tenham uma Boa semana!
Abraços
Carol Brunel
sexta-feira, 23 de abril de 2010
Um pouco de egoísmo
Vamos ser egoístas
Não! Não estou falando do egoísmo em não ajudar os demais. Daquele egoísmo de quem não divide. Estou falando de individualismo. Pensem e falem o que quiserem, me critiquem, crucifiquem, mas eu sou do “individualismo”.
Não significa que eu pense que não devemos ajudar as pessoas, que não devemos amar as pessoas, que não devemos ser simpáticos, cordiais, amigos, companheiros, leais. Nem significa que eu só penso em mim, mas que eu penso em mim.
Não estou falando de relacionamentos amorosos, pois nesse sentido deve sempre haver reciprocidade, respeito, companheirismo, carinho e sinceridade.
Mas, eu acho que no sentido da vida, devemos pensar em nós.
Explicando...
O que eu quero dizer é que devemos nos apegar menos a detalhes pequenos. Coisas bobas que teimamos em enxergar como obstáculos.
Apegarmos-nos menos as coisas insignificantes, se preocupar menos...
Gente! Eu apenas estou falando de amor próprio. Amar-se e preocupar-se menos. Esse é o primeiro passo... Se amar! Gostar da própria companhia... Procurar coisas que dão prazer e que trazem alegria.
Eu sei, por exemplo, que estou vivendo um momento “egoísta”. Estou pensando em mim e no que me faz bem. E geralmente quando isso acontece, eu sou do tipo que ‘chuta o balde’ e vai em frente sem se importar com nada e com ninguém. Enfrento o mundo se for preciso pra viver o que me deixa bem, mesmo sabendo que um dia talvez venham as conseqüências. Errado? Pode ser. Mas, eu não acho isso! Apenas vivo!
E sou teimosa...rs
Acabo deixando algumas pessoas de lado, mas no fundo todo mundo é assim, um pouco egoísta quando se trata de “beneficio” para si próprio. Ou por acaso alguém aqui vai abrir mão de um aumento de salário, por exemplo, para não ganhar mais que o amigo? Fala sério! Ou alguém aqui vai acabar um relacionamento legal por que fulano ou cicrano são contra? Diga-me então se você mudaria sua vida, sendo que você está feliz da forma como vive, por que lhe dizem que você vive “errado”.
Eu podia estar “abrindo mão” de estar vivendo alguma coisa que me faz bem se eu fosse menos egocêntrica e ficasse pensando tanto nos porquês... Mas, eu não sou assim, por que penso em mim.
Por que eu penso em mim? Horas bolas, por que eu me amo e quero meu bem. E não é por que eu me amo que significa que não amo e não quero bem das pessoas que estão perto de mim. Quero que todo mundo seja feliz, que todo mundo encontre uma felicidade, um motivo pra sorrir.
A diferença é que, não abro mão de fazer aquilo que quero. Posso quebrar a cara, não importa! Estou ai no mundo pra aprender.
Penso que nós (seres humanos) criamos paradigmas demais, barreiras demais, dificuldades demais nas nossas próprias vidas. Nós mesmos aumentamos o tamanho das nossas dificuldades. Coisas que poderiam ser resolvidas de forma mais simples.
Meu lema é: se a vida te maltrata, não se maltrate ainda mais.
Por isso sou a favor do individualismo (de certa forma).
Bem simples: cada um vivendo a sua vida, aproveitando a sua vida, cuidando da sua vida e pronto.
Eu não gosto de interferir na vida das pessoas, embora já tenha feito isso. Já acompanhei casos de amigos e parentes envolvidos com pessoas que eu considerava “ruins”, algumas vezes me meti a dar conselhos, porém nunca falei “fulano faz assim”. Pois, penso que cada um tem o direito de fazer suas próprias escolhas e saber o que é melhor para si próprio. Então pra mim, não importa se o João está com a Maria, e a Joana com o Manuel, o importante é o João, a Maria, a Joana e o Manuel estarem felizes da sua maneira. Até por que, quem sou eu pra saber o que é bom pra você? E quem é você pra dizer o que é bom para mim? Quem sou eu pra dizer o que te faz feliz, e quem é você pra dizer o que me faz feliz?
Alguns desses colegas e parentes descobriram sozinhos que não valia a pena insistir em certas relações, ou insistiram até quebrar a cara, como eu mesma já fiz na minha vida. Outros hoje estão na boa com as pessoas que de forma equivocada eu quis julgar sem ter o direito disto. Enfim... Alguns foram contra todos para viverem a sua escolha. Até quando? Não se sabe! Até quando uma coisa pode dar certo, não sabemos. Até quando algo vai nos fazer felizes, não sabemos. Até quando... Até quando? Pois é! Pensar no até quando pode acabar nos privando de sentir o hoje. Então, dane-se o até quando, por que até quando pode ser até amanha, até semana que vem, até alguns meses, até anos, até uma vida toda. Mas, que apenas seja e seja bom enquanto durar.
Não tenho desapego! Eu apenas não me apego aos problemas, aos detalhes e menos ainda ao que cada um faz da sua vida. Apego-me a sentimentos.
E estou nem ai se o marido da fulana é safado, se o cicrano vive na gandaia, se o beltrano não gosta de trabalhar, se a Maria gosta de Maria ou de João. E é nesse sentido que entra o individualismo, eu me preocupo com a minha felicidade e desejo bem e felicidade pros outros, mas não interfiro nas escolhas dos outros e não me privo de fazer o que me faz bem por causa de opiniões.
Gosto de ser livre para fazer minhas escolhas e viver da forma que eu considero certa, mesmo sabendo que a minha forma certa de viver pode ser a forma errada pra tantas outras pessoas.
Então, certa ou errada. Vivo da minha forma “egoísta” e “errada” aos olhos daqueles que vêem. Pois, infelizmente, ou felizmente eu sou assim.
E hoje eu dou um brinde ao egoísmo. Esse egoísmo que tantas vezes me permitiu sentir coisas que não teria sentido se tivesse sido menos individualista e que não teria me permitido chegar a lugares que cheguei.
BRINDE e FIM!
Carol Brunel
Não! Não estou falando do egoísmo em não ajudar os demais. Daquele egoísmo de quem não divide. Estou falando de individualismo. Pensem e falem o que quiserem, me critiquem, crucifiquem, mas eu sou do “individualismo”.
Não significa que eu pense que não devemos ajudar as pessoas, que não devemos amar as pessoas, que não devemos ser simpáticos, cordiais, amigos, companheiros, leais. Nem significa que eu só penso em mim, mas que eu penso em mim.
Não estou falando de relacionamentos amorosos, pois nesse sentido deve sempre haver reciprocidade, respeito, companheirismo, carinho e sinceridade.
Mas, eu acho que no sentido da vida, devemos pensar em nós.
Explicando...
O que eu quero dizer é que devemos nos apegar menos a detalhes pequenos. Coisas bobas que teimamos em enxergar como obstáculos.
Apegarmos-nos menos as coisas insignificantes, se preocupar menos...
Gente! Eu apenas estou falando de amor próprio. Amar-se e preocupar-se menos. Esse é o primeiro passo... Se amar! Gostar da própria companhia... Procurar coisas que dão prazer e que trazem alegria.
Eu sei, por exemplo, que estou vivendo um momento “egoísta”. Estou pensando em mim e no que me faz bem. E geralmente quando isso acontece, eu sou do tipo que ‘chuta o balde’ e vai em frente sem se importar com nada e com ninguém. Enfrento o mundo se for preciso pra viver o que me deixa bem, mesmo sabendo que um dia talvez venham as conseqüências. Errado? Pode ser. Mas, eu não acho isso! Apenas vivo!
E sou teimosa...rs
Acabo deixando algumas pessoas de lado, mas no fundo todo mundo é assim, um pouco egoísta quando se trata de “beneficio” para si próprio. Ou por acaso alguém aqui vai abrir mão de um aumento de salário, por exemplo, para não ganhar mais que o amigo? Fala sério! Ou alguém aqui vai acabar um relacionamento legal por que fulano ou cicrano são contra? Diga-me então se você mudaria sua vida, sendo que você está feliz da forma como vive, por que lhe dizem que você vive “errado”.
Eu podia estar “abrindo mão” de estar vivendo alguma coisa que me faz bem se eu fosse menos egocêntrica e ficasse pensando tanto nos porquês... Mas, eu não sou assim, por que penso em mim.
Por que eu penso em mim? Horas bolas, por que eu me amo e quero meu bem. E não é por que eu me amo que significa que não amo e não quero bem das pessoas que estão perto de mim. Quero que todo mundo seja feliz, que todo mundo encontre uma felicidade, um motivo pra sorrir.
A diferença é que, não abro mão de fazer aquilo que quero. Posso quebrar a cara, não importa! Estou ai no mundo pra aprender.
Penso que nós (seres humanos) criamos paradigmas demais, barreiras demais, dificuldades demais nas nossas próprias vidas. Nós mesmos aumentamos o tamanho das nossas dificuldades. Coisas que poderiam ser resolvidas de forma mais simples.
Meu lema é: se a vida te maltrata, não se maltrate ainda mais.
Por isso sou a favor do individualismo (de certa forma).
Bem simples: cada um vivendo a sua vida, aproveitando a sua vida, cuidando da sua vida e pronto.
Eu não gosto de interferir na vida das pessoas, embora já tenha feito isso. Já acompanhei casos de amigos e parentes envolvidos com pessoas que eu considerava “ruins”, algumas vezes me meti a dar conselhos, porém nunca falei “fulano faz assim”. Pois, penso que cada um tem o direito de fazer suas próprias escolhas e saber o que é melhor para si próprio. Então pra mim, não importa se o João está com a Maria, e a Joana com o Manuel, o importante é o João, a Maria, a Joana e o Manuel estarem felizes da sua maneira. Até por que, quem sou eu pra saber o que é bom pra você? E quem é você pra dizer o que é bom para mim? Quem sou eu pra dizer o que te faz feliz, e quem é você pra dizer o que me faz feliz?
Alguns desses colegas e parentes descobriram sozinhos que não valia a pena insistir em certas relações, ou insistiram até quebrar a cara, como eu mesma já fiz na minha vida. Outros hoje estão na boa com as pessoas que de forma equivocada eu quis julgar sem ter o direito disto. Enfim... Alguns foram contra todos para viverem a sua escolha. Até quando? Não se sabe! Até quando uma coisa pode dar certo, não sabemos. Até quando algo vai nos fazer felizes, não sabemos. Até quando... Até quando? Pois é! Pensar no até quando pode acabar nos privando de sentir o hoje. Então, dane-se o até quando, por que até quando pode ser até amanha, até semana que vem, até alguns meses, até anos, até uma vida toda. Mas, que apenas seja e seja bom enquanto durar.
Não tenho desapego! Eu apenas não me apego aos problemas, aos detalhes e menos ainda ao que cada um faz da sua vida. Apego-me a sentimentos.
E estou nem ai se o marido da fulana é safado, se o cicrano vive na gandaia, se o beltrano não gosta de trabalhar, se a Maria gosta de Maria ou de João. E é nesse sentido que entra o individualismo, eu me preocupo com a minha felicidade e desejo bem e felicidade pros outros, mas não interfiro nas escolhas dos outros e não me privo de fazer o que me faz bem por causa de opiniões.
Gosto de ser livre para fazer minhas escolhas e viver da forma que eu considero certa, mesmo sabendo que a minha forma certa de viver pode ser a forma errada pra tantas outras pessoas.
Então, certa ou errada. Vivo da minha forma “egoísta” e “errada” aos olhos daqueles que vêem. Pois, infelizmente, ou felizmente eu sou assim.
E hoje eu dou um brinde ao egoísmo. Esse egoísmo que tantas vezes me permitiu sentir coisas que não teria sentido se tivesse sido menos individualista e que não teria me permitido chegar a lugares que cheguei.
BRINDE e FIM!
Carol Brunel
sexta-feira, 9 de abril de 2010
Eu Aprendi....
Eu aprendi...
Eu aprendi que nem sempre vou caminhar entre as flores,
Mas que mesmo entre os espinhos poderei encontrar lindas rosas.
Eu aprendi que muitas vezes não adianta insistir,
Certas coisas simplesmente nunca vão mudar.
Eu aprendi que quando o coração bater mais forte,
somente preciso deixar acontecer e sentir...
Não adianta lutar contra os sentimentos.
Eu aprendi que algumas pessoas nunca vão entender,
Por mais que eu tente explicar.
Eu aprendi que a força pra recomeçar esta sempre aqui,
Dentro de mim...
Eu aprendi que as dificuldades e as decepções,
somente me ajudaram a crescer.
Crescer como ser humana, crescer espiritualmente.
Eu aprendi que o tempo não cura, apenas ensina.
Que o que dá sentido a vida é o amor.
E que só realmente esquecemos alguém, quando conhecemos um novo alguém.
Aprendi que o medo de tentar não me deixa seguir adiante,
Impedindo-me assim de conquistar meus sonhos.
Aprendi que algumas coisas simplesmente não precisam de explicação,
Acontecem e devemos apenas vivê-las.
Eu aprendi que o mundo vive dando voltas, mudando os rumos da nossa história...
Que as situações mudam, mas que o amor é sempre o que move a vida.
Não sei ver um mundo sem amor.
Eu aprendi que muitas pessoas vão me machucar,
Que muitas pessoas não vão me entender quando eu precisar.
Que talvez nas horas mais tristes eu não tenha um ombro amigo.
Mas, que sempre vai existir alguém pra me fazer feliz.
Aprendi que portas vão se fechar, mas que outras vão se abrir.
Aprendi que por mais que eu sofra, sempre vai existir um motivo pra sorrir.
Que por mais tortuoso que seja o caminho, sempre vai existir um novo caminho.
E que com certeza, depois de uma perda, virá uma conquista.
Que algumas pessoas vão sair da minha vida, e outras vão entrar.
E talvez alguma delas entre para ficar.
Eu aprendi, esqueci, tornei a aprender, reaprendi.
Vou aprender sempre.
Sempre vou aprender.
Por que o que eu aprendi, ainda é pouco, perto de tudo que hei de aprender,
Durante esse meu viver.
FIM
Caroline Brunel Matias
Eu aprendi que nem sempre vou caminhar entre as flores,
Mas que mesmo entre os espinhos poderei encontrar lindas rosas.
Eu aprendi que muitas vezes não adianta insistir,
Certas coisas simplesmente nunca vão mudar.
Eu aprendi que quando o coração bater mais forte,
somente preciso deixar acontecer e sentir...
Não adianta lutar contra os sentimentos.
Eu aprendi que algumas pessoas nunca vão entender,
Por mais que eu tente explicar.
Eu aprendi que a força pra recomeçar esta sempre aqui,
Dentro de mim...
Eu aprendi que as dificuldades e as decepções,
somente me ajudaram a crescer.
Crescer como ser humana, crescer espiritualmente.
Eu aprendi que o tempo não cura, apenas ensina.
Que o que dá sentido a vida é o amor.
E que só realmente esquecemos alguém, quando conhecemos um novo alguém.
Aprendi que o medo de tentar não me deixa seguir adiante,
Impedindo-me assim de conquistar meus sonhos.
Aprendi que algumas coisas simplesmente não precisam de explicação,
Acontecem e devemos apenas vivê-las.
Eu aprendi que o mundo vive dando voltas, mudando os rumos da nossa história...
Que as situações mudam, mas que o amor é sempre o que move a vida.
Não sei ver um mundo sem amor.
Eu aprendi que muitas pessoas vão me machucar,
Que muitas pessoas não vão me entender quando eu precisar.
Que talvez nas horas mais tristes eu não tenha um ombro amigo.
Mas, que sempre vai existir alguém pra me fazer feliz.
Aprendi que portas vão se fechar, mas que outras vão se abrir.
Aprendi que por mais que eu sofra, sempre vai existir um motivo pra sorrir.
Que por mais tortuoso que seja o caminho, sempre vai existir um novo caminho.
E que com certeza, depois de uma perda, virá uma conquista.
Que algumas pessoas vão sair da minha vida, e outras vão entrar.
E talvez alguma delas entre para ficar.
Eu aprendi, esqueci, tornei a aprender, reaprendi.
Vou aprender sempre.
Sempre vou aprender.
Por que o que eu aprendi, ainda é pouco, perto de tudo que hei de aprender,
Durante esse meu viver.
FIM
Caroline Brunel Matias
segunda-feira, 5 de abril de 2010
NÃO....
Não...
Eu não devo fazer parte desse mundo dos “normais”, do mundo das pessoas certinhas demais, dessas que se privam de fazer o que tem vontade por causa de paradigmas e situações. Do grupo do “eu não me permito”.
Definitivamente não!
Eu não faço parte do grupo do medo. Eu não pertenço ao mundo daqueles que tem medo de arriscar, se aventurar, cair nos braços de uma paixão.
Não faço parte do mundo daqueles que nunca saem da rotina, nunca perdem a pose, nunca cometem gafes, nunca fazem uma bobagem só para depois rir de si mesmo.
Não! Eu não me encaixo no mundo daqueles que não tem histórias pra contar por que sempre viveram uma normalidade chata e sem graça. Dos que nunca cometeram uma loucura, ou fizeram algo por impulso sem pensar nas conseqüências, mesmo se arrependendo depois. Eu ainda prefiro me arrepender a deixar de sentir.
Não! Eu não acredito nessa história de hora certa, hora errada. Certo e errado. Feio e bonito, pessoa certa, pessoa errada ... Para mim não existe momento errado, por que se alguém surge no meu caminho categoricamente era o momento certo. Afinal como disse Chaplin:
“Cada pessoa que passa em nossa vida, passa sozinha, é porque cada pessoa é única e nenhuma substitui a outra! Cada pessoa que passa em nossa vida passa sozinha e não nos deixa só porque deixa um pouco de si e leva um pouquinho de nós. Essa é a mais bela responsabilidade da vida e a prova de que as pessoas não se encontram por acaso”.
Não existe certo ou errado, por que é apenas uma questão de ponto de vista. De opinião! Todas as coisas nas nossas vidas têm os “dois” lados. Como uma moeda.
Uma decepção vai trazer mais força e amadurecimento.
Um problema vai trazer superação e crescimento.
Fecham-se portas, outras se abrem.
Novos amigos, novos amores, novos acontecimentos...
É! Eu não faço parte desse mundo dos “acomodados” que tem receio de tudo e ficam ponderando todas as coisas com suas velhas teorias pensando demasiado no futuro. Futuro esse que pode nem vir a ser.
O meu futuro é o hoje. O meu futuro é o agora. E se me sinto bem agora é o que importa. Por que vulneráveis todos estamos desde o dia em que viemos ao mundo.
Vulneráveis às decepções, ao sofrimento, a dor, a tristeza.
E absolutamente fugir dos acontecimentos e das dificuldades não resolve nada.
Impedir o coração de sentir, sem sombra de dúvidas não é a melhor maneira de sentir felicidade.
Por isso, podem continuar dizendo que sou “louca” por eu ser assim. E eu vou continuar repetindo que louco é quem me diz que não é feliz.
Louco é quem vê a vida passar sentado num sofá, em frente à televisão, chorando dores passadas e remoendo antigas (muito antigas) mágoas... enquanto existe um mudo ai fora repleto de pessoas e oportunidades. Louco é quem vive se queixando da vida, ao invés de abrir a alma e o coração para novas experiências.
Sim! Sofrimento é muitas vezes inevitável. Tem feridas que demoram a cicatrizar. E eu concordo que muitas vezes é dificílimo enfrentar as provações da vida.
Mas, se “errar é humano e persistir no erro é burrice”.
Eu penso que sofrer também é humano, mas continuar no sofrimento é bobagem.
E quem disse que não tenho os pés no chão? Quem disse que não tenho sonhos? Que não tenho planos? Que não tenho consciência das dificuldades?
É por ter consciência que eu prefiro enfrentar as dificuldades.
É por ter sonhos que eu prefiro viver.
É por ter os pés no chão que deixo as coisas acontecerem como devem ser.
E é por não ter medo que eu vivo intensamente...
E louco por louco, todo mundo é um pouco...
E eu ainda prefiro ser feliz.
FIM
By: Carol B.
Eu não devo fazer parte desse mundo dos “normais”, do mundo das pessoas certinhas demais, dessas que se privam de fazer o que tem vontade por causa de paradigmas e situações. Do grupo do “eu não me permito”.
Definitivamente não!
Eu não faço parte do grupo do medo. Eu não pertenço ao mundo daqueles que tem medo de arriscar, se aventurar, cair nos braços de uma paixão.
Não faço parte do mundo daqueles que nunca saem da rotina, nunca perdem a pose, nunca cometem gafes, nunca fazem uma bobagem só para depois rir de si mesmo.
Não! Eu não me encaixo no mundo daqueles que não tem histórias pra contar por que sempre viveram uma normalidade chata e sem graça. Dos que nunca cometeram uma loucura, ou fizeram algo por impulso sem pensar nas conseqüências, mesmo se arrependendo depois. Eu ainda prefiro me arrepender a deixar de sentir.
Não! Eu não acredito nessa história de hora certa, hora errada. Certo e errado. Feio e bonito, pessoa certa, pessoa errada ... Para mim não existe momento errado, por que se alguém surge no meu caminho categoricamente era o momento certo. Afinal como disse Chaplin:
“Cada pessoa que passa em nossa vida, passa sozinha, é porque cada pessoa é única e nenhuma substitui a outra! Cada pessoa que passa em nossa vida passa sozinha e não nos deixa só porque deixa um pouco de si e leva um pouquinho de nós. Essa é a mais bela responsabilidade da vida e a prova de que as pessoas não se encontram por acaso”.
Não existe certo ou errado, por que é apenas uma questão de ponto de vista. De opinião! Todas as coisas nas nossas vidas têm os “dois” lados. Como uma moeda.
Uma decepção vai trazer mais força e amadurecimento.
Um problema vai trazer superação e crescimento.
Fecham-se portas, outras se abrem.
Novos amigos, novos amores, novos acontecimentos...
É! Eu não faço parte desse mundo dos “acomodados” que tem receio de tudo e ficam ponderando todas as coisas com suas velhas teorias pensando demasiado no futuro. Futuro esse que pode nem vir a ser.
O meu futuro é o hoje. O meu futuro é o agora. E se me sinto bem agora é o que importa. Por que vulneráveis todos estamos desde o dia em que viemos ao mundo.
Vulneráveis às decepções, ao sofrimento, a dor, a tristeza.
E absolutamente fugir dos acontecimentos e das dificuldades não resolve nada.
Impedir o coração de sentir, sem sombra de dúvidas não é a melhor maneira de sentir felicidade.
Por isso, podem continuar dizendo que sou “louca” por eu ser assim. E eu vou continuar repetindo que louco é quem me diz que não é feliz.
Louco é quem vê a vida passar sentado num sofá, em frente à televisão, chorando dores passadas e remoendo antigas (muito antigas) mágoas... enquanto existe um mudo ai fora repleto de pessoas e oportunidades. Louco é quem vive se queixando da vida, ao invés de abrir a alma e o coração para novas experiências.
Sim! Sofrimento é muitas vezes inevitável. Tem feridas que demoram a cicatrizar. E eu concordo que muitas vezes é dificílimo enfrentar as provações da vida.
Mas, se “errar é humano e persistir no erro é burrice”.
Eu penso que sofrer também é humano, mas continuar no sofrimento é bobagem.
E quem disse que não tenho os pés no chão? Quem disse que não tenho sonhos? Que não tenho planos? Que não tenho consciência das dificuldades?
É por ter consciência que eu prefiro enfrentar as dificuldades.
É por ter sonhos que eu prefiro viver.
É por ter os pés no chão que deixo as coisas acontecerem como devem ser.
E é por não ter medo que eu vivo intensamente...
E louco por louco, todo mundo é um pouco...
E eu ainda prefiro ser feliz.
FIM
By: Carol B.
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