quinta-feira, 29 de maio de 2025
Em tudo o que eu vejo
terça-feira, 27 de maio de 2025
O tempo…
Dizem que o tempo cura tudo. Que todas as feridas são fechadas. Eu sempre tive uma “cautela” com essa ideia de tempo curador.
Acho que o tempo é mestre e também é ladrão. Ele nos devolve, mas também nos rouba.
O tempo acalma, o tempo afasta.
Eu não acho que o tempo diga muita coisa. Não é o tempo que determina se seremos ou não felizes. São nossas atitudes que determinam. Você pode viver 5, 6, 7 anos com uma pessoa e não ser totalmente feliz, pois não é o tempo que determina felicidade. Não é o tempo que define o futuro. Assim como você pode viver, em muito menos tempo, algo que venha a te fazer muito mais feliz.
O que quero dizer? É que o tempo não é uma prerrogativa para saber se algo dará certo. Às vezes, alguns casais dão certo por 20 anos, depois não mais. Outros dão certo uma vida toda. Outros em pouco tempo se separam. O tempo é relativo.
…Pode dizer muito e pode dizer nada.
No fim o que determina a nossa relação com as pessoas e com a vida é a maneira como a gente age e reage. A maturidade (e sim acho que essa vem com o tempo e com as experiências). O equilíbrio de saber lidar com as adversidades. A força para encarar os momentos difíceis.
Não dá para esperar que o tempo seja o “patrão” da vida. Que só o tempo resolva tudo, ou decida tudo, ou seja critério para decisões importantes. Existem muitos fatores além do tempo.
Somos nós que precisamos tomar as rédeas. Somos nós que precisamos crescer. Somos nós que precisamos evoluir, amadurecer, aprender. Se seguirmos repetindo os ciclos de dor, nada vai mudar.
Não é o tempo que vai dizer… embora o tempo ajude a entender. Mas se a gente não fizer do tempo um “tempo” de qualidade e leveza, de equilíbrio e maturidade.. o tempo não vai valer de nada.
No fim, tudo depende única e exclusivamente de nós. Não do tempo que vivemos.
Fim
Carol Brunel
segunda-feira, 14 de abril de 2025
Mentes barulhentas...
Muita tela e poucas conversas. Pouco olho no olho. Pouco contato físico. Estamos atolados pelo excesso de informação. Consumidos pela necessidade de ser alguém, de ser reconhecido, de ser visto, de ser especial. Corremos contra o tempo e o tempo corre de nós.
Há quanto tempo você não deita na grama e olha as nuvens no céu? Há quanto tempo você não olha uma noite estrelada? Há quanto tempo você não desacelera? Há quanto tempo você não tem uma conversa intensa com alguém? Há quanto você não descansa? Há tempo você não sente sua alma arrepiar?
Às vezes é preciso desacelerar... não correr tanto.
E apenas sentir.
Apenas sentir...
Sentir... Sua alma!
Carol Brunel
14/04/2025
quarta-feira, 29 de janeiro de 2025
O amor existe
No fundo eu sempre quis encontrar alguém que me transportasse para outras dimensões. Eu sempre quis sentir a imensidão, desde que era menina e olhava para o céu sabendo que em algum lugar existia algo mágico, incomum.
Desde que me deitava no chão do quarto e sonhava com o amor, mesmo que naquele tempo de adolescência eu mal sabia o que era o amor.
Eu sonhava com o conto de fadas e foi duro admitir que talvez ele não exista… de fato aprendi que não existe esse tão sonhado conto de fadas. Não do jeito que a gente imagina. O amor também é bagunceiro.
Porém eu sempre acreditei que pudesse existir um amor tão imenso quanto o mar. Intenso e forte, capaz de superar as adversidades, o tempo… capaz de transpor as barreiras do ego (o que é difícil)…
Eu sei que o mundo me tornou rude. Digo rude, pois as experiências ruins me endureceram, me fizeram viver dentro de uma armadura, coberta de medo. Cheia de travas que eu não consigo (ainda) destravar.
Mas lá no fundo da minha alma, ainda tem algo daquela menina, daquela jovem que admirava o céu e que sentia coisas inexplicáveis. Que vibrava o mundo e a natureza. Que amava a ideia do amor.
Lá no fundo ainda quero sentir demasiado. Quero acordar sendo amada. Quero sonhar e experienciar as melhores sensações do que é compartilhar a vida com alguém.
Lá fundo aquela menina, ainda sonha em ser feliz. Mesmo que o felizes para sempre seja utópico, mas que seja o felizes quase sempre, até o fim.
Ah o amor! Ele existe…
Fim
Carol Brunel
segunda-feira, 20 de janeiro de 2025
Tempo!
O que vem depois do tempo? O começo talvez. Nunca vamos saber.
Ele nos devolve e nos rouba.
