quinta-feira, 17 de março de 2022

Ser criança

O fantástico mundo de Carol


Toda criança teve seu mundo de fantasias. O fantástico mundo de (seu nome). 

O meu mundo era lindo. Tinha estrelas e cometas nas noites frias, onde eu ficava admirando o céu e imaginando se eu podia chegar até a lua, ou achando que todas as estrelas cadentes caiam. Também tinha finais de tarde, onde eu subia nas árvores e imaginava estar em um avião dos que sobrevoavam o meu céu.

Toda criança teve seu mundo de fantasias. O meu tinha tardes na janela olhando a chuva cair no quintal e imaginado que eu era uma artista famosa, criadora de várias artes... ou uma cantora que fazia muito sucesso cantando músicas de amor... ou uma escritora de poesias.  

Toda criança teve seu mundo de fantasias. O meu mundo tinha amor, um amor que eu descobria em mim mesma e que encontrava em todos os detalhes, nas borboletinhas e nas pequenas flores espalhadas pelo jardim. 

Toda criança teve seu mundo de fantasias. No meu mundo eu era o SONIC, o Donkey kong, a cheetara, a She-ra, ou algum (a) personagem dos joguinhos de luta. Eu era astronauta quando subia nas árvores e fingia pilotar uma nave. Eu também era atleta das olimpíadas. Eu fui ainda uma arqueóloga que escavava dinossauros ou múmias. E também fui um dinossauro. E teve tinha muito mais. 

Toda criança teve seu mundo de fantasias. 

No meu mundo eu fui tudo o que eu queria. 


E você como era seu mundo fantástico?


Caroline Brunel Matias 


Pequenos pensamentos

 Sentir. Reaprender; Sentir de novo. Sentir algo novo. Permitir. Permitir-se viver. Crescer, dentro de si. Deixar novos sentimentos fluir. Falar sobre os sentimentos. Demonstrar. Transparecer o que sente. Ser real. Não se esconder; da vida e do mundo. Parar de fugir. Libertar. Libertar-se. Viver! Amar!


Carol Brunel 

17/03/2022 


(Copiar textos é plágio) 

terça-feira, 15 de fevereiro de 2022

Reconstrução


Nascer de novo, 

Dentro de si.

Crescer outra vez,

Um novo ser.

O meu querer.

A todo meu ver.

Brotar. 

Reconstruir.

Um novo caminho.

Outras flores.

Outros espinhos.

Mais um pôr do sol.

Outro carinho. 

Recuperar.

Toda essência. 

Restaurar.

Relaxar. 

Morar.

Dentro da alma.

 

Fim

Carol Brunel

15/02/2022

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2022

Desapegar

Seguir.

Seguir novos caminhos.

Andar por outros lugares.

Experimentar.

Reiniciar. 

É difícil não olhar para trás.

É difícil desprender-se. 

É difícil desapegar. 

De coisas,

De momentos,

De lembranças,

De pessoas.

Mas é necessário

Desapegar é renunciar.

Abdicar do que já foi.

Escolher e perder.

Desapegar dói. 

Mas também é generoso.

Necessita de doação.

Esforço. Força. Coração.

É oportunizar.

Fugir da privação do próprio eu.

Reconhecer-se.

Não é desistir.

E sim aceitar.

Não é fugir.

E sim não idealizar.

Não é fim,

É processo.

E todo processo dói.

Dói sim.

 

FIM!

Carol Brunel

14/02/2022 


Contradições

 O ser humano é muito contraditório. Reclama daquilo que não tem e quando tem não é grato, não dá valor, não presta atenção aos detalhes. 

Há pessoas que vivem uma busca incessante por algo ou alguém que traga paz, felicidade, amor. Essas são muitas vezes, as mesmas pessoas que se escondem da vida, que fogem, que se bloqueiam, que não querem arriscar. Esquecem, porém, que a vida é feita de riscos e medos. 

O ser humano é muito dissimulado. Todos tão perfeitos né (sarcasmo)?! Escondendo suas imperfeições, colocando-se em pedestais de “eu sou uma boa pessoa” e apontando o dedo para os defeitos alheios. Eis a hipocrisia!

O ser humano é tão falaz. Com seus comoventes discursos de vitimismo, vivendo um faz de conta: “faz de conta que eu só acerto”... Eis a grande virtude da incapacidade de assumir suas próprias culpas; a terceirização da responsabilidade. Daquela gente que justifica tudo e que cria uma visão de iniquidade acerca de si. E enquanto acham que estão enganando o mundo, no fundo estão enganando apenas a si. 

O ser humano sou eu. O ser humano é você!


Fim 

Carol Brunel 


(Copiar textos é plágio) 

Décadas de 80 e 90


Clichê? Clichê dizer que nossos tempos de jovem eram diferentes? Assim como nossos pais falavam para nós dos tempos deles (eu sei)...

Whatever! 

Mas acho que somos de uma geração mais responsável, tanto como seres humanos, quanto afetivamente. Acho inclusive que somos de uma geração mais sensível e “fofinha”... que tem mais empatia com os outros. Acho que nossas referências eram melhores, inclusive musicais. Acho que tínhamos mais isso de “parceria” e carinho com as pessoas. 

(SEM GENERALIZAR) ... MAS sei lá essa mocidade anda tão desapegada de tudo, tão pouco empática e cada vez mais irresponsável (em todos os sentidos) que até me questiono se são mesmo o futuro da nação. Acho que em alguns quesitos há uma evolução e tanto (admirável inclusive). Mas por outro lado é estranho ver como agem com inconsequência, desamor e frieza na maioria das vezes. 

Tudo bem que quando a gente é jovem se acha grandão e maduro... E só quando a gente cresce entende que não era nada daquilo que a gente imaginava. E tudo bem que as gerações mudam. O mundo muda. E tudo bem que seja tudo diferente. Isso é bom e ao mesmo tempo estranho. 

É clichê dizer: bons tempos aqueles, onde as pessoas se importavam umas com as outras!

Fim

Carol Brunel 

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2022

Sensualidade

 Sensualidade no olhar. 

Gestos. Sorrisos.

Lábios a mordiscar. 

Canções baixinhas.

Suspiros profundos. 

Calor que faz transpirar.

Entrelaçando partes.

Como uma galeria de artes. 

Volúpia. Deleite. 

Sensualidade natural.

Perfume. Beleza. 

Desejo. Pretensão. 

Sim ou não?

Sensualidade é perfeição!


Fim

Carol Brunel


(Copiar textos é plágio)