Tem um texto, do Paulo Roberto Gaefke, que se chama recomeçar.
É um dos meus favoritos, e acho que é uma baita reflexão!
Por isso hoje, vou abrir uma exceção e postar esse texto que não é meu:
RECOMEÇAR
Não importa onde você parou,
em que momento da vida você cansou,
o que importa é que sempre é possível
e necessário "Recomeçar".
Recomeçar é dar uma nova
chance a si mesmo.
É renovar as esperanças na vida
e o mais importante:
acreditar em você de novo.
Sofreu muito nesse período?
Foi aprendizado.
Chorou muito?
Foi limpeza da alma.
Ficou com raiva das pessoas?
Foi para perdoá-las um dia.
Sentiu-se só por diversas vezes?
É por que fechaste a porta até para os outros.
Pois é!
Agora é hora de iniciar,
de pensar na luz,
de encontrar prazer nas coisas simples de novo.
Um corte de cabelo arrojado, diferente?
Um novo curso,
ou aquele velho desejo de aprender a pintar,
desenhar,
dominar o computador,
ou qualquer outra coisa?
Olha quanto desafio.
Quanta coisa nova nesse mundão
de meu Deus te esperando.
Tá se sentindo sozinho?
Besteira!
Tem tanta gente que você afastou
com o seu "período de isolamento",
tem tanta gente esperando apenas um
sorriso teu para "chegar" perto de você.
Quando nos trancamos na tristeza nem
nós mesmos nos suportamos.
Ficamos horríveis.
O mau humor vai comendo nosso fígado,
até a boca ficar amarga.
Recomeçar!
Hoje é um bom dia para começar...
novos desafios.
Hoje o dia da Faxina Mental.
Joga fora tudo que te prende ao passado,
ao mundinho de coisas tristes,
fotos,
peças de roupa,
papel de bala,
ingressos de cinema,
bilhetes de viagens,
e toda aquela tranqueira que guardamos
quando nos julgamos apaixonados.
Jogue tudo fora.
Mas, principalmente,
esvazie seu coração.
Fique pronto para a vida,
para um novo amor.
Lembre-se somos apaixonáveis,
somos sempre capazes de amar
muitas e muitas vezes.
Afinal de contas,
nós somos o "Amor".
Paulo Roberto Gaefke
quarta-feira, 2 de outubro de 2019
terça-feira, 1 de outubro de 2019
Desistir!
Desistir!
Verbo transitivo indireto
Deixar ir!
Aceitar os ciclos da vida.
Viver o começo e o meio.
Aceitar o fim!
Aproveitar o melhor de cada momento.
Aceitar as mudanças.
Entender que tudo tem seu tempo.
Desistir!
Não por que a gente quer.
Mas por que a gente precisa.
Por que precisa seguir em frente.
Precisa viver novos momentos.
Novas pessoas, novos tempos.
Quem sabe a gente viva coisas
ainda melhores... e maiores!
Quem sabe a vida nos presenteie,
com o que sempre sonhamos?!
Embarcar em novas aventuras.
Deixar ir!
Viver novos sentimentos.
Permitir!
FIM
Carol Brunel
01/10/2019
EXTRA:
Verbo transitivo indireto
Deixar ir!
Aceitar os ciclos da vida.
Viver o começo e o meio.
Aceitar o fim!
Aproveitar o melhor de cada momento.
Aceitar as mudanças.
Entender que tudo tem seu tempo.
Desistir!
Não por que a gente quer.
Mas por que a gente precisa.
Por que precisa seguir em frente.
Precisa viver novos momentos.
Novas pessoas, novos tempos.
Quem sabe a gente viva coisas
ainda melhores... e maiores!
Quem sabe a vida nos presenteie,
com o que sempre sonhamos?!
Embarcar em novas aventuras.
Deixar ir!
Viver novos sentimentos.
Permitir!
FIM
Carol Brunel
01/10/2019
EXTRA:
"...Vivemos em uma sociedade que enxerga a desistência como um fracasso, uma derrota pessoal tão mal falada. Fomos criados para lutar por nossos objetivos e enxergamos a coragem apenas em uma insistência sem fim. Mas saiba que, pra desistir, também é preciso uma dose extra de coragem. Desistir é importante onde existe estagnação...
Pode ser tremendamente difícil enfrentar a crua realidade de que precisamos esculpir um novo caminho para nós mesmos e permitir que a outra pessoa faça o mesmo... Se você olhar profundamente dentro de si, vai perceber que, ao libertar a si mesmo e a outra pessoa de um relacionamento que está prendendo ambos, você está ajudando duas pessoas a criarem uma vida mais feliz e mais autêntica. Caso contrário, você corre grandes riscos de perder oportunidades realmente engrandecedoras e benéficas de ser feliz..."
Outubro outra vez
Outubro
outra vez. Quase
completando
mais um “ano novo”. O
ano passou tão
rápido que quase nem percebi.
Aliás,
uma coisa que aprendi nos últimos tempos é que a gente deve viver
mais, e fazer mais aquilo que a gente gosta, aquilo
que
nos faz bem.
Mudei
de ideia com relação a muitas coisas no decorrer desse
tempo.
Quebrei algumas “regras e padrões”. Afinal... há tanta regra
para tudo que a gente já nem sabe como viver. Ficamos sempre
aprisionados ao que nos dizem, ao que disseram, ao que esperam de
nós. Somos reféns dos padrões e muitas vezes reféns da nossa
mente. O que a gente precisa? Se libertar das
nossas prisões mentais. Dar leveza aos nossos dias. Simplificar a
vida. Parar de se bloquear. Sair da “casca” de proteção que
criamos em volta de nós. E aproveitar mais os bons momentos. Afinal,
não há outra razão para viver, se não, viver!
Percebi
que não vale a pena ficar se
torturando, se
maltratando,
se
culpando
por
tudo que acontece.
Carregar
bagagens emocionais desnecessárias. Carregar pesos desnecessários.
Isso é bobagem!
A
vida é como tem que ser, do jeito que é para ser.
Outubro
sempre começa com ares de renovação para mim. Com ares de…
“quero viver mais, quero me permitir mais, quero ser mais feliz”.
E sim, eu espero que outubro me surpreenda! Bem clichê mesmo. E
dai?! Qual
o problema?! Que seja clichê! Incerto ou certo! Meu futuro é agora!
FIM
Carol
Brunel
01/10/2019
(8
dias)
segunda-feira, 30 de setembro de 2019
Simplificar
Simplificar!
A vida, as coisas, os momentos.
Descomplicar! Viver mais!
Permitir mais! Doer menos!
Preocupar menos! Sentir mais!
Simplificar!
Menos regras! Mais emoção!
Descomplicar!
E viver!
FIM
Carol Brunel
9 dias para o dia 9
A vida, as coisas, os momentos.
Descomplicar! Viver mais!
Permitir mais! Doer menos!
Preocupar menos! Sentir mais!
Simplificar!
Menos regras! Mais emoção!
Descomplicar!
E viver!
FIM
Carol Brunel
9 dias para o dia 9
domingo, 29 de setembro de 2019
10 dias
Estava aqui, sentada nesse lugar incrível. E fui “iscada” por um texto da Martha Medeiros.
Se chama “Simples, fácil e comum”
Fiquei pensando na mania que temos de complicar tudo.
De dificultar a vida. A gente faz isso o tempo todo quando tenta estabelecer padrões para todas as coisas. Tornamos a vida mais difícil do que o necessário.
Ficamos tentando controlar tudo, inclusive o que sentimos. Nossas vontades.
Tudo por medo de “dar errado”.
Facilitar a vida depende de nós! Facilitar! Deixar fluir! Deixar ser!
Sem medos e receios. Sem pensar demais.
E se tudo der errado! Ok! A vida é assim! Cheia de adversidades.
Como diz a Martha “fala-se muito em inteligência emocional, mas esquecemos do oposto: burrice emocional”...
Que a gente viva mais! Se permita mais! E fique mais tempo feliz!
FIM
Carol Brunel
Domingo - 29/09/2019
10 dias
Se chama “Simples, fácil e comum”
Fiquei pensando na mania que temos de complicar tudo.
De dificultar a vida. A gente faz isso o tempo todo quando tenta estabelecer padrões para todas as coisas. Tornamos a vida mais difícil do que o necessário.
Ficamos tentando controlar tudo, inclusive o que sentimos. Nossas vontades.
Tudo por medo de “dar errado”.
Facilitar a vida depende de nós! Facilitar! Deixar fluir! Deixar ser!
Sem medos e receios. Sem pensar demais.
E se tudo der errado! Ok! A vida é assim! Cheia de adversidades.
Como diz a Martha “fala-se muito em inteligência emocional, mas esquecemos do oposto: burrice emocional”...
Que a gente viva mais! Se permita mais! E fique mais tempo feliz!
FIM
Carol Brunel
Domingo - 29/09/2019
10 dias
segunda-feira, 19 de agosto de 2019
Viver!
A gente nunca sabe do nosso amanhã.
A gente faz planos e espera uma vida perfeita em um mundo ideal. Nosso pequeno
mundo ideal!
Mas nada sai como o planejado. E a gente
não entende. A gente até se desespera às vezes. E pensa: “por que tem que ser
assim”. A gente não aceita que as coisas não sejam como planejamos. Esquecemos que
o mundo é muito maior do que nosso pequeno mundo ideal. Ele é imenso... e nele
cabe muita coisa nova, muita gente, muito sentimento, muita mudança, muita
vida!
Vivemos nos “auto sabotando” em nome
do mundo perfeito que arquitetamos dentro de nós. Mas a gente esquece... o
mundo perfeito não existe!
O tempo! Já ouvi dizer que o tempo
é o senhor dos destinos. Mas será mesmo que a gente tem que deixar nossa vida
nas mãos do “tempo”? E as oportunidades? Dizem que elas não batem duas vezes na
mesma porta! Nisso eu acredito! Por isso, eu acredito que o mesmo tempo que nos
“devolve” é o tempo que nos “rouba”. Enquanto a gente deixa o tempo passar, a
vida escorre entre os dedos... e o tempo nos furta as chances... de se sentir feliz... de se sentir vivo!
Às vezes a gente precisa atrever-se! Correr riscos? Talvez!
Não que a vida deva ser vivida loucamente e que a gente deva sair por ai
fazendo o que bem entender, claro que não! Mas sobretudo, por que a vida
precisa ser bem vivida, sentida, aproveitada. Não dá apenas para sair por ai se
blindando de tudo e de todos. Viver com um escudo “emocional” ativado se
protegendo de todas as coisas. Há coisas que acontecem e pronto! Aceitar o que
a vida lhe oferece, também é ser franco consigo mesmo.
É difícil responder tantas perguntas dentro de nós. Nossas
dúvidas são cruéis. Elas nos massacram. “Nossas dúvidas são traidoras” (diria
Shakespeare).
É difícil entender os “por quês” da vida. É difícil brigar
com a razão... que insiste em falar mais alto. Razão! O que é afinal?
Sempre leio muitos textos, sobre diversos temas, um dos que
gosto muito diz assim:
““A vida não é violino e rosas” essa frase constantemente
repetida no curso de formação em Gestalt-terapia martela em minha cabeça e
decido usá-la como uma espécie de mantra para lembrar que nem tudo que existe é
belo ou justo, que nem tudo faz sentido. Justiça é um conceito inventado,
criado, produzido e reproduzido pelo homem e para aquilo que não conseguimos
explicar, um Deus. Mas, para aqueles que já viveram o suficiente e sofreram,
para todas as perdas e todos os ganhos sabemos: a vida não é justa! Ninguém é mocinho ou vilão!”
Completaria esse texto com outra citação:
“A pouca experiência de vida que tenho me ensinou que
ninguém é dono de nada. Quem já perdeu alguma coisa que tinha como garantida,
termina por aprender que nada lhe pertence... Melhor viver como se hoje fosse o
primeiro ou o último dia da minha vida”.
Viver além do que é certo ou errado, é
para mim, uma das maiores lições humanas. Viver além do certo ou errado, além
de julgamentos e julgados. Não consigo (dentro das minhas mais honestas
convicções) acreditar que algo que me faça sentir alegria possa ser tão “errado”.
Certo e errado são conceitos, pré-conceitos, que vão muito além daquilo que a
gente pondera. Existe apenas um caminho: o viver!
O que faz sua alma vibrar? O que tem
feito você se sentir venturoso? O que faz com que você se olhe no espelho e
pense “essa sou eu, eu sou o máximo”!
Perguntas. Respostas.
Perguntas sem respostas.
Respostas sem
perguntas.
Perguntas para quê?
Respostas para quê?
FIM
Carol Brunel
19/08/2019
“Certo ou errado,
Certo ou errado
Quem não pula o muro
Não aprende a se arriscar
Não tá com nada, uou, uou
Não tá com nada
Certo ou errado,
Certo ou errado
Quem não cai da escada
Não aprende a levantar
Não tá com nada, uou, uou
Não tá com nada
Você já sabe tudo
Princípio, meio e fim
E vive a me dizer
O que é bom ou mau pra mim
Ô, ô, mas o que serve pra você
Nem sempre vai me convencer
Eu tenho a vida inteira
E muito que aprender
Mas todos os meus problemas
Você teima em resolver
Ô, ô, só eu que posso escolher
A vida que eu vou viver
Certo ou errado,
Certo ou errado
Quem não sai na chuva
Não aprende a se molhar
Não tá com nada, uou, uou
Não tá com nada”
Certo ou errado
Quem não pula o muro
Não aprende a se arriscar
Não tá com nada, uou, uou
Não tá com nada
Certo ou errado,
Certo ou errado
Quem não cai da escada
Não aprende a levantar
Não tá com nada, uou, uou
Não tá com nada
Você já sabe tudo
Princípio, meio e fim
E vive a me dizer
O que é bom ou mau pra mim
Ô, ô, mas o que serve pra você
Nem sempre vai me convencer
Eu tenho a vida inteira
E muito que aprender
Mas todos os meus problemas
Você teima em resolver
Ô, ô, só eu que posso escolher
A vida que eu vou viver
Certo ou errado,
Certo ou errado
Quem não sai na chuva
Não aprende a se molhar
Não tá com nada, uou, uou
Não tá com nada”
(Patrícia Max)
sexta-feira, 16 de agosto de 2019
Vida! Surpreenda-me!
A vida é cheia de surpresas. Por mais
que a gente faça planos. Por mais que a gente imagine nossa vida daqui uns
anos. Por mais que a gente idealize as coisas... Às vezes
tudo acontece de repente. Sem planos. Sem expectativas. Naturalmente.
E é tão gosto ver o quanto a vida
pode nos surpreender... Ver como existem tantas (outras boas) possibilidades, e
que às vezes a gente se “prende” demais ao “se”... e “se” boicota!E o tempo passa... e ficamos parados. Vendo a vida passar!!
Sempre existem novos caminhos e
novas experiências. E sempre existe gente gostosa. Sempre existe! Aquela gente
que faz aflorar tudo que somos. Nossos desejos. Nossa essência.
Aquele nosso “eu” que estava meio adormecido.
Aquele nosso “eu” que estava meio adormecido.
Que coisa maluca é a vida da
gente.
E a gente se preocupa tanto (e à toa) que às vezes a gente esquece da
gente mesmo. Dai vem a vida e “pah”... te joga na cara um “sacode” para ver se
você acorda.
Como quem diz “hey, olha ai, existe muita vida pela frente... Permita-se!”
Como quem diz “hey, olha ai, existe muita vida pela frente... Permita-se!”
Ah! Que lindas são as surpresas
da vida!
Se existe outra vida eu não sei.
Mas
nessa.... eu espero aproveitar os bons momentos.
Por isso digo e repito:
Vida!
Surpreenda-me!FIM
Carol Brunel
(Criciúma/SC)
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