Estava aqui, sentada nesse lugar incrível. E fui “iscada” por um texto da Martha Medeiros.
Se chama “Simples, fácil e comum”
Fiquei pensando na mania que temos de complicar tudo.
De dificultar a vida. A gente faz isso o tempo todo quando tenta estabelecer padrões para todas as coisas. Tornamos a vida mais difícil do que o necessário.
Ficamos tentando controlar tudo, inclusive o que sentimos. Nossas vontades.
Tudo por medo de “dar errado”.
Facilitar a vida depende de nós! Facilitar! Deixar fluir! Deixar ser!
Sem medos e receios. Sem pensar demais.
E se tudo der errado! Ok! A vida é assim! Cheia de adversidades.
Como diz a Martha “fala-se muito em inteligência emocional, mas esquecemos do oposto: burrice emocional”...
Que a gente viva mais! Se permita mais! E fique mais tempo feliz!
FIM
Carol Brunel
Domingo - 29/09/2019
10 dias
domingo, 29 de setembro de 2019
segunda-feira, 19 de agosto de 2019
Viver!
A gente nunca sabe do nosso amanhã.
A gente faz planos e espera uma vida perfeita em um mundo ideal. Nosso pequeno
mundo ideal!
Mas nada sai como o planejado. E a gente
não entende. A gente até se desespera às vezes. E pensa: “por que tem que ser
assim”. A gente não aceita que as coisas não sejam como planejamos. Esquecemos que
o mundo é muito maior do que nosso pequeno mundo ideal. Ele é imenso... e nele
cabe muita coisa nova, muita gente, muito sentimento, muita mudança, muita
vida!
Vivemos nos “auto sabotando” em nome
do mundo perfeito que arquitetamos dentro de nós. Mas a gente esquece... o
mundo perfeito não existe!
O tempo! Já ouvi dizer que o tempo
é o senhor dos destinos. Mas será mesmo que a gente tem que deixar nossa vida
nas mãos do “tempo”? E as oportunidades? Dizem que elas não batem duas vezes na
mesma porta! Nisso eu acredito! Por isso, eu acredito que o mesmo tempo que nos
“devolve” é o tempo que nos “rouba”. Enquanto a gente deixa o tempo passar, a
vida escorre entre os dedos... e o tempo nos furta as chances... de se sentir feliz... de se sentir vivo!
Às vezes a gente precisa atrever-se! Correr riscos? Talvez!
Não que a vida deva ser vivida loucamente e que a gente deva sair por ai
fazendo o que bem entender, claro que não! Mas sobretudo, por que a vida
precisa ser bem vivida, sentida, aproveitada. Não dá apenas para sair por ai se
blindando de tudo e de todos. Viver com um escudo “emocional” ativado se
protegendo de todas as coisas. Há coisas que acontecem e pronto! Aceitar o que
a vida lhe oferece, também é ser franco consigo mesmo.
É difícil responder tantas perguntas dentro de nós. Nossas
dúvidas são cruéis. Elas nos massacram. “Nossas dúvidas são traidoras” (diria
Shakespeare).
É difícil entender os “por quês” da vida. É difícil brigar
com a razão... que insiste em falar mais alto. Razão! O que é afinal?
Sempre leio muitos textos, sobre diversos temas, um dos que
gosto muito diz assim:
““A vida não é violino e rosas” essa frase constantemente
repetida no curso de formação em Gestalt-terapia martela em minha cabeça e
decido usá-la como uma espécie de mantra para lembrar que nem tudo que existe é
belo ou justo, que nem tudo faz sentido. Justiça é um conceito inventado,
criado, produzido e reproduzido pelo homem e para aquilo que não conseguimos
explicar, um Deus. Mas, para aqueles que já viveram o suficiente e sofreram,
para todas as perdas e todos os ganhos sabemos: a vida não é justa! Ninguém é mocinho ou vilão!”
Completaria esse texto com outra citação:
“A pouca experiência de vida que tenho me ensinou que
ninguém é dono de nada. Quem já perdeu alguma coisa que tinha como garantida,
termina por aprender que nada lhe pertence... Melhor viver como se hoje fosse o
primeiro ou o último dia da minha vida”.
Viver além do que é certo ou errado, é
para mim, uma das maiores lições humanas. Viver além do certo ou errado, além
de julgamentos e julgados. Não consigo (dentro das minhas mais honestas
convicções) acreditar que algo que me faça sentir alegria possa ser tão “errado”.
Certo e errado são conceitos, pré-conceitos, que vão muito além daquilo que a
gente pondera. Existe apenas um caminho: o viver!
O que faz sua alma vibrar? O que tem
feito você se sentir venturoso? O que faz com que você se olhe no espelho e
pense “essa sou eu, eu sou o máximo”!
Perguntas. Respostas.
Perguntas sem respostas.
Respostas sem
perguntas.
Perguntas para quê?
Respostas para quê?
FIM
Carol Brunel
19/08/2019
“Certo ou errado,
Certo ou errado
Quem não pula o muro
Não aprende a se arriscar
Não tá com nada, uou, uou
Não tá com nada
Certo ou errado,
Certo ou errado
Quem não cai da escada
Não aprende a levantar
Não tá com nada, uou, uou
Não tá com nada
Você já sabe tudo
Princípio, meio e fim
E vive a me dizer
O que é bom ou mau pra mim
Ô, ô, mas o que serve pra você
Nem sempre vai me convencer
Eu tenho a vida inteira
E muito que aprender
Mas todos os meus problemas
Você teima em resolver
Ô, ô, só eu que posso escolher
A vida que eu vou viver
Certo ou errado,
Certo ou errado
Quem não sai na chuva
Não aprende a se molhar
Não tá com nada, uou, uou
Não tá com nada”
Certo ou errado
Quem não pula o muro
Não aprende a se arriscar
Não tá com nada, uou, uou
Não tá com nada
Certo ou errado,
Certo ou errado
Quem não cai da escada
Não aprende a levantar
Não tá com nada, uou, uou
Não tá com nada
Você já sabe tudo
Princípio, meio e fim
E vive a me dizer
O que é bom ou mau pra mim
Ô, ô, mas o que serve pra você
Nem sempre vai me convencer
Eu tenho a vida inteira
E muito que aprender
Mas todos os meus problemas
Você teima em resolver
Ô, ô, só eu que posso escolher
A vida que eu vou viver
Certo ou errado,
Certo ou errado
Quem não sai na chuva
Não aprende a se molhar
Não tá com nada, uou, uou
Não tá com nada”
(Patrícia Max)
sexta-feira, 16 de agosto de 2019
Vida! Surpreenda-me!
A vida é cheia de surpresas. Por mais
que a gente faça planos. Por mais que a gente imagine nossa vida daqui uns
anos. Por mais que a gente idealize as coisas... Às vezes
tudo acontece de repente. Sem planos. Sem expectativas. Naturalmente.
E é tão gosto ver o quanto a vida
pode nos surpreender... Ver como existem tantas (outras boas) possibilidades, e
que às vezes a gente se “prende” demais ao “se”... e “se” boicota!E o tempo passa... e ficamos parados. Vendo a vida passar!!
Sempre existem novos caminhos e
novas experiências. E sempre existe gente gostosa. Sempre existe! Aquela gente
que faz aflorar tudo que somos. Nossos desejos. Nossa essência.
Aquele nosso “eu” que estava meio adormecido.
Aquele nosso “eu” que estava meio adormecido.
Que coisa maluca é a vida da
gente.
E a gente se preocupa tanto (e à toa) que às vezes a gente esquece da
gente mesmo. Dai vem a vida e “pah”... te joga na cara um “sacode” para ver se
você acorda.
Como quem diz “hey, olha ai, existe muita vida pela frente... Permita-se!”
Como quem diz “hey, olha ai, existe muita vida pela frente... Permita-se!”
Ah! Que lindas são as surpresas
da vida!
Se existe outra vida eu não sei.
Mas
nessa.... eu espero aproveitar os bons momentos.
Por isso digo e repito:
Vida!
Surpreenda-me!FIM
Carol Brunel
(Criciúma/SC)
segunda-feira, 12 de agosto de 2019
Alma livre!
Eu sou uma alma livre que gosta de se prender.
Acho
que essa frase define perfeitamente quem eu sou.
Uma alma livre que gosta de se prender em ideias,
pensamentos, pessoas, comidas, poesias, cheiros, músicas, histórias e tantas
outras coisas.
Sempre gostei de ouvir boas histórias, e de contar
histórias também (e eu sei que nem todo mundo gosta de me ouvir... whatever). Sim!
Eu tenho muitas histórias, talvez por que eu viva fortemente tudo que acontece.
Nada é vão na minha vida, embora muita coisa tenha sido efêmera, o que acho
totalmente natural. Mas sempre acreditei e sigo acreditando que a vida tem suas
razões (para todas as coisas). E acredito sobretudo na minha missão humana. Sei
que se eu tentar explicar, pouca gente vai entender.
Eu sempre gostei de estar em contato com o mundo de
todas as formas possíveis e imagináveis. Sempre fui fã da natureza e crédula da
sua força. A força do universo!
Costumo dizer que há um universo enorme dentro de
mim, que pouquíssimas pessoas conhecem, ou tem “acesso”. Algumas recebem acesso, e
não se dão conta... E algumas tocam meu coração, mas não conhecem a
minha alma.
Sempre gostei de descobrir, de aprender, de
conhecer o que desconheço. Minha curiosidade com a vida me impulsiona a não
ficar parada. Quero mais, quero aprender mais. Quero novos conceitos, novos
pensamentos, novas ideias, novos sentimentos. E eu sei que a vida pode doer.
Mas sei que tudo passa.
Sempre gostei de conhecer gente nova, e entender o
que podem acrescentar na minha vida. Conhecer pessoas e suas histórias, seus
mistérios, suas raízes, suas fragilidades, seus anseios... acho isso tudo tão
enriquecedor. Pois, pessoas o tempo todo nos ensinam, nos acrescentam. Isso é
demais! E que pena que nem todo mundo pense assim.
Eu sou uma alma livre. Gosto da minha liberdade de
pensar e de ser... de ser quem eu sou. Não gosto que me obriguem a ser o que eu não quero. Sou uma rebelde rss (com causa). "Sou uma constelação
com milhares de estrelas brilhando"... e às vezes algumas ficam invisíveis, enquanto
outras voltam a brilhar. Nem todo mundo vê, mas as estrelas estão ali brilhando
e ardendo dentro de mim.
Sentir me fascina. O afeto me fascina. O amor me
fascina. Mas me fascina também a naturalidade de um amor sem “sufoco”. Algo que
demorei a compreender. Eu sempre vi o amor como uma soma perfeita 1 + 1 = 2! E
tudo bem... É isso também!
Mas 1 (um) é sempre 1 (um). Na sua essência e na
sua individualidade. O 1 não pode deixar de ser 1, mesmo se tornando 2. Nós nos
somamos, não nos completamos. Já somos completos. E é claro, que na vida, todo
mundo quer uma soma gostosa (em todos os sentidos).
Eu sou uma alma livre que se prende a detalhes.
Detalhes me encantam. Detalhes fazem a diferença. Sou uma alma livre que tem receios e coragens. Mas me
sinto privilegiada dos infinitos que carrego em mim. Das
possibilidades que tenho pela frente. Me permito! Deixo fluir a vida, como um rio
que corre ao encontro do mar... e não morre! Só transborda! Mistura-se! E cresce!
FIM
Carol Brunel
Viro Poeta
Viro poeta! Faço poesia!
Sobre meus anseios e fantasias.
Assumo minhas iniquidades.
Despindo meus pensamentos de pudor...
Desnudo também minhas verdades.
Minha alma, minha pele, meu corpo.
Tudo em mim transborda...
E viro poeta! Faço poesia!
Não camuflo minhas vontades.
Meu desejo é transparente.
Mas também confidencial.
É um segredo distraído e singelo.
Gostoso e exótico.
Feito uma arte abstrata.
É preciso decifrar cada estilha.
Então viro poeta! Faço poesia!
Escrevo por prazer.
Sobre o prazer.
Que desejo nesse dia!
FIM
Carol Brunel
quinta-feira, 8 de agosto de 2019
Vou me musicar
Luzes brilhantes na escuridão.
Carros passam devagar.
A música toca sem parar.
É daquelas canções que nos transportam para outra dimensão.
Nos fazem flutuar...
É uma daquelas canções que afagam a alma, transpassam a pele e nos fazem renascer.
Música! Música é cura, música é paixão, música é sonho, música é emoção.
Há muita coisas entre a terra e a imensidão.
Há tantas dúvidas no viver.
O passado passou. O futuro incógnito.
O presente necessário. E eu penso:
Deixa a vida fluir ao som de uma canção.
Deixa a música tocar.
Vou dançar, vou cair, vou cantar, levantar!
Os acordes da guitarra arrepiam minha pele.
As batidas da bateria fazem meu coração vibrar. A voz penetra meu corpo todo... vou me musicar!
Música! Salvação! Redenção!
Música em todo lugar.
FIM
Carol Brunel
quarta-feira, 7 de agosto de 2019
ACELERA
Acelera...
Me bagunça. Me abusa.
Joga baixo. Joga sujo.
Atormenta tudo em mim.
Me tira a sanidade.
Roube minha paz.
Do começo ao fim.
Faz verter o meu calor.
Penetra meu corpo.
Percorre...
Cada membro.
Pedaço por pedaço.
Faça parte. Faça arte.
Respira. Pulsa.
Me enlouquece.
Meu pecado libidinal.
Não para!
Não para!
E me restabeleça no final.
FIM
Carol Brunel
Me bagunça. Me abusa.
Joga baixo. Joga sujo.
Atormenta tudo em mim.
Me tira a sanidade.
Roube minha paz.
Do começo ao fim.
Faz verter o meu calor.
Penetra meu corpo.
Percorre...
Cada membro.
Pedaço por pedaço.
Faça parte. Faça arte.
Respira. Pulsa.
Me enlouquece.
Meu pecado libidinal.
Não para!
Não para!
E me restabeleça no final.
FIM
Carol Brunel
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