Pensando bem... Nós somos feitos de fases...
Nós agimos de acordo com o que estamos vivendo em dado momento da vida. Nossos pensamentos e atitudes condizem com aquilo que está acontecendo ao nosso redor. Condizem com as nossas crenças. Com as convicções que a gente inventa e naquele momento juramos serem certas. Inventamos uma verdade para cada situação, mas nem sempre a "verdade" que a gente cria é realmente correta. Criamos justificativas para tudo. Para as nossas falhas. Para os deslizes que cometemos no caminho. Por que a gente jura de pé junto que agimos de determinada maneira por tal motivo. Quando no fundo a gente nem sabe ao certo por que teve tal reação.
A gente jura para si mesmo que fez a escolha certa, a gente coloca na cabeça uma coisa, aquilo que a gente quer acreditar e bate de frente com o coração e com as nossas vontades... Muitas vezes por teimosia!
A verdade é que nós somos fases. Somos a tristeza, somos a alegria, somos a liberdade e a prisão. Podemos ser fortes ou fracos, tristes ou alegres. Podemos ser voz ou silêncio. Ser luz ou escuridão. Podemos ser paz ou tempestade. Podemos ser indiferença ou paixão. Somos ação e reação. Somos erros e acertos. Somos pressa ou calma. Somos o que quisermos ser! Mas somos, sobretudo, humanos.
Humanos que levam dentro de si um músculo tantas vezes frágil e incontrolável. Um músculo que bate aos compassos do momento. Um músculo que não só foi feito para nos dar vida, mas também para nos fazer AMAR... e quando se trata de coração... Ah meu amigo! Não tem jeito, não tem teimosia, não tem justificativas, não tem convicções. Não tem nada que nos faça desistir.
Somos fases...E sabe o que é o mais bonito disso tudo? É que a gente muda. A gente muda de ideia. Muda de convicção. Muda de posição. Muda por que mudar faz parte da vida. Muda por que a vida nos ensina. Muda por que compreendemos a importância de mudar... Mudar de atitude. Mudar de postura.
A gente muda por que mudar é preciso! Por que aquela velha ideia já não se encaixa mais. Por que a vida nos mostra que nem sempre estamos certos. Por que mudar é uma necessidade. A gente muda por que enxergamos que as velhas convicções já não cabem mais.
Mudar é bom! Desde que seja para melhor! Desde que a mudança não nos faça travar diante da vida. Ficar bloqueado para vida e para o amor. Desde que a mudança não nos deixe caretas. Desde que a mudança nos liberte dos paradigmas que nós mesmos criamos.
Somos fases...
Ontem eu era alegria. Hoje sou lágrima. Amanhã serei alegria novamente. Ontem eu tinha um desejo maluco de ser livre e proclamava a liberdade aos "quatro" ventos. Hoje eu tenho certeza de que a vida é mais gostosa quando se tem alguém para compartilhar. Ontem eu acreditava em coisas que hoje não acredito mais. Ontem eu era algo que hoje não sou mais.
Mas uma coisa nunca vai mudar, por mais fases que sejamos, por mais mudanças necessárias... A vontade de ser feliz! A vontade de sentir, de rir, de viver, de abraçar, de fazer amigos, de namorar e de amar.
FIM
CAROL BRUNEL
27/03/2015
sexta-feira, 27 de março de 2015
quarta-feira, 25 de março de 2015
Um pedacinho de música.... e só!
"O meu desafio é andar sozinho
Esperar no tempo os nossos destinos
Não olhar pra trás, esperar a paz
O que me traz...
A ausência do seu olhar"
segunda-feira, 23 de março de 2015
SOBRE OS FINAIS...
Acredito que quando
algo não dá certo numa relação, não podemos culpar apenas uma das partes. Certa
vez uma pessoa inteligente me falou que quando um relacionamento acaba, são
sempre “50%” de culpa (se é que se pode chamar assim) para cada lado. Que ninguém é
responsável por sustentar uma relação. Que não podemos responsabilizar o outro por
aquilo que nem nós conseguimos fazer. Eu assimilei isso Graças a Deus...
Às vezes um ficou esperando
pela mudança do outro...
E nessa ‘espera’ ambos se perderam. O que eu acho é
que também não dá para ficar se “isentando”... Simplesmente para limpar a
própria a consciência e não parecer o “vilão” da história.
Não há vilões e nem
mocinhos. Existem humanos!
Humanos de carne e osso, com defeitos e qualidades. Humanos
que erram e acertam. Humanos aprendendo a viver. E isso é o bastante. E ninguém precisa justificar nada para ninguém
Como diz aquela canção do Renato “quantas
chances desperdicei quando eu que mais queria era provar pra todo mundo, que eu
não precisava provar nada pra ninguém”.
Cada um sabe onde
aperta seu calo. Cada um sabe da bagagem que carrega. Cada um conhece suas
dores. Suas tristezas. Suas alegrias. Suas derrotas e vitórias. Cada um sabe do
seu passado. Das suas razões. Das suas histórias. Das decepções e alegrias que
viveu. Dos sorrisos que deu e das lágrimas que derramou. E por quem derramou...
E isso pertence a cada um... indiscutivelmente!!
O
que não dá também é para outras pessoas ficarem tomando partido da situação. Tentando
interpretar um ou outro por aquilo que vê ou que lhe falam. Tem coisas que são
totalmente desnecessárias. É aquela história: ninguém sabe como era entre quatro paredes.
Afinal quem somos nós
para julgar o que o outro sente ou pensa? Quem somos nós para dizer quem está
certo ou errado? Quem somos nós para saber o que realmente acontece entre
quatro paredes?
Nós não somos Deuses! Somos humanos, comuns, como tantos outros...
Eu li um texto numa página que dizia assim “Todos nós somos
tomados vez ou outra por impulsos egocêntricos, admitir isso é sinal de
maturidade e não de pequenez. Tentar
justificar uma ação tentando culpar as circunstâncias é deprimente. Normalmente
fazemos isso: a culpa é sempre de algo que não tem nada a ver conosco. Isso
torna a justificativa algo desagradável, tenta tirar a autoria dos fatos. O
protagonista tenta mostrar que sua intenção não foi prejudicar o outro e que
não pensa só em si mesmo. Mas sim, na maior parte do tempo a gente pensa só em si
mesmo. Se você puder fazer um só favor para si mesmo em toda a sua vida é
assumir isso, sem justificativa”.
Fonte: (http://www.sobreavida.com.br/)
É eu tenho as minhas convicções e às vezes não abro mão de tê-las!
Continuo
acreditando que a vida é agora, que estamos nesse mundo para aprender e dar o
melhor de nós. Continuo acreditando que viver na superfície das coisas não é a
minha praia. Continuo acreditando que o amor e não o tempo é o que cura todas
as feridas. Aliás, continuo acreditando no amor como força máxima de vida. Continuo acreditando na felicidade. Continuo
acreditando na minha coragem. Continuo acreditando em mim e no que eu sei que
sou e não naquilo que acham ou dizem que sou. Continuo acreditando no meu
coração. E para mim isso é o bastante e o mais importante.
Como diz aquela canção:
“Cada um
sabe a alegria e a dor que traz no coração”.
Termino minha reflexão de hoje citando Mario Quintana:
Sentir primeiro, pensar
depois
Perdoar primeiro, julgar depois
Amar primeiro, educar depois
Esquecer primeiro, aprender depois
Libertar primeiro, ensinar depois
Alimentar primeiro, cantar depois
Possuir primeiro, contemplar depois
Navegar primeiro, aportar depois
Viver primeiro, morrer depois”
Perdoar primeiro, julgar depois
Amar primeiro, educar depois
Esquecer primeiro, aprender depois
Libertar primeiro, ensinar depois
Alimentar primeiro, cantar depois
Possuir primeiro, contemplar depois
Navegar primeiro, aportar depois
Viver primeiro, morrer depois”
FIM
Carol Brunel
23/03/2015
quinta-feira, 19 de março de 2015
Para meu bem
Raramente eu posto coisas que não são minhas no blog, hoje eu resolvi postar essa música de uma grande cantora... que diz muito em tão poucas estrofes...
Celina Fernandes
Meu bem não se deixe levar assim
O que sera de nós se voce sem mim
Os dias passam corridos
As vozes, recados perdidos
Sinto sua falta mas já sei
Que ela esta com outro alguem
Chamo seu nome
Voce nunca vem
O que sera de nós se voce sem mim
Os dias passam corridos
As vozes, recados perdidos
Sinto sua falta mas já sei
Que ela esta com outro alguem
Chamo seu nome
Voce nunca vem
Volta, não esqueça de trancar a porta
Não esqueca de dirigir mais devagar
E é comigo que voce vai morar
Não esqueca de dirigir mais devagar
E é comigo que voce vai morar
By: Celina Fernandes
quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015
Quer saber...
Quer saber...
Eu não estou nesse mundo para
fingir. Não vim aqui para brincar de ser feliz. Não amadureci para seguir preceitos
tolos de “como ser feliz”. Sei exatamente o que me faz feliz. Sei exatamente o
que me faz bem e sei exatamente o que eu quero para minha vida. Já errei
bastante para aprender o suficiente. Já
paguei pelos meus erros e entendi que realmente o mundo dá voltas e que tudo
que a gente faz de bom ou ruim, a gente recebe aqui mesmo... É a lei da vida...
Já passei da idade de inventar
desculpas ingênuas para as minhas falhas. Eu assumo! Sou imperfeita. Tenho
defeitos e manias (às vezes chatas). Ainda não aprendi a dizer não, mas aprendi
a fazer o bem. E isso... Eu considero o mais importante de tudo.
Já passei da idade de ficar me “amarrando”
em certas situações. Gosto do simples. Do descomplicado. Vida sem “blá blá blá”.
Aproveito cada dia como se realmente fosse o último dia da minha vida. Afinal, nunca
se sabe...
Hoje eu sei qual caminho quero
seguir... E nesse caminho eu não espero uma vida arquitetada. Baseada em
fantasias ou ilusões de felicidade. Quero uma vida verdadeira. Com amor de
verdade... Com pessoas que sejam de verdade. Gente que sabe o que quer. Gente
que sabe se entregar. Gente que sabe ser gentil. Gente que não perde tempo com
essas bobagens todas que as pessoas inventam para boicotar a si mesmas.
Aliás, suponho que as pessoas que
inventam “desculpas” demais para a vida, são no fundo frustradas e infelizes
(dentro delas).
Conheço minhas limitações. Conheço
meu senso crítico e minha obsessão de não ser injusta com as pessoas (...e às
vezes acabo sendo). Conheço meu coração. E sim... Ele é bobo, idiota e grande
demais... Nele eu procuro levar só coisas boas. Não vejo outra maneira de
sentir alegria se não sendo inteira. Em um mundo cheio de “metades” feliz de
quem sabe ser pleno. De quem aproveita as oportunidades. De quem vence as
barreiras do medo... Feliz quem, ao invés de criar “bloqueios”, cria espaços.
Não quero! Não aceito! E não
preciso de nada que não me faça bem. Que não me faça sentir paz. Não mereço
nada menor do que sou. Mereço coisas boas. Gente do bem e amor! É isso que
mereço. É isso que eu quero! E só vou aceitar na minha vida quem estiver
disposto a admirar minhas qualidades acima de tudo. Quem estiver disposto a
conviver com meus defeitos. Quem estiver disposto a viver sem frescuras.
Encerro minha reflexão com esse
pensamento do qual desconheço o autor que diz:
“Não vim a este mundo competir
com ninguém. Quem quer competir comigo perde seu tempo. Estou neste mundo para
competir somente comigo: Ultrapassar meus limites, vencer meus medos, lutar
contra meus defeitos, superar dificuldades correr em busca dos meus objetivos”.
FIM
CAROL BRUNEL
Fevereiro/2015
segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015
"A vida é maravilhosa se não se tem medo dela"
"A vida é maravilhosa se não se tem medo dela" - Charles Chaplin
A vida é maravilhosa quando nosso coração está
tranquilo. Quando a gente está em paz consigo mesmo. Quando a gente é capaz de
compreender onde precisamos melhorar. Quando somos capazes de ver nossos
defeitos e corrigi-los. Quando sentimos verdadeiramente. Quando nos entregamos
para o amor.
A vida
é maravilhosa quando a gente busca o bem. Quando a gente deseja o bem aos
demais. Quando a gente faz as coisas com carinho. Quando a gente busca ajudar
quem precisa da maneira que podemos. Quando a gente transmite paz. Quando a
alma fica leve e cabeça para de pensar bobagem.
Um brinde a vida! Um brinde ao amor! Um brinde a
felicidade!
E que universo conspire sempre ao nosso
favor!!!
Carol Brunel
02/2015
SEJA BOM!
Como cantava meu Ídolo Renato
Russo “E há tempos nem os santos têm ao
certo a medida da maldade”... A maldade que anda por ai... Livre, leve e
solta. Nem sempre confirmada em atitudes e às vezes escondida atrás de sorrisos
e rostinhos bonitos. Aquela ‘historinha’ do lobo em pele de cordeiro.
Máscaras. Teatro. Inveja. Falsidade...
Hoje fazem parte da nossa realidade. Disse Friedrich
Nietzsche:
“Falsos valores e palavras ilusórias: são estes os piores
monstros para os mortais; longamente e à espera, dorme neles a fatalidade”.
É... Ainda bem que “a maldade bebe a
maior parte do veneno que produz”. E isso não é moralismo não. Afinal, duvido
quem nunca bebeu do próprio veneno... Observo muita gente espalhando sorrisos
bonitos por ai e escondendo maldade no coração. Muita gente bancando o “coitadinho”
e travando a vida dos outros.
É uma pena que as pessoas consigam evoluir
profissionalmente, serem estudadas e ainda assim não evoluam como humanos. Não
sejam capazes de crescer por dentro. Grande parte das pessoas vivem jogos de
interesses... Agindo apenas conforme o que é conveniente para si, esquecendo
que do outro lado existem outras pessoas, e que todas elas merecem ser felizes.
A gente precisa sim saber que nossas escolhas têm consequências e que mais
importante do que a escolha é assumirmos a responsabilidade de lidarmos com ela
(sem travar a vida de ninguém). Precisamos nos libertar. Precisamos abrir nossa
alma e nosso coração para o novo. Libertar-se é uma escolha. Posicionar-se é
uma escolha.
Existe um ditado Chinês que diz “todas as flores de todos os
amanhãs são plantadas nas sementes de hoje”. Ou seja: colhemos o que plantamos.
Será que não é hora de observar o que andamos plantando? Será que não é hora de
abandonar regras inúteis de “como ser feliz” e fazer acontecer? Será que não é
hora de deixarmos cair à máscara que nos cria a falsa sensação de proteção e
aceitarmos a verdade do que somos no momento? O que você é no momento? Amor ou
ilusão? Verdade ou mentira?... Não adianta apenas ser bom... A gente precisa se
esforçar para que a vida do outro seja boa também.
FIM!
Carol Brunel
23/02/2015
Criciúma/SC
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