terça-feira, 12 de julho de 2011

Será que eu já posso enlouquecer

Será que eu já posso enlouquecer ou devo apenas sorrir?

Bom! Vou apenas sorrir.
Sorrir para as pessoas que insistem em julgar os outros.
Sorrir para tantos seres humanos carregados de ódio e discórdia.
Sorrir para os moralistas, os falsos, os desumanos, os críticos.
Vou sorrir para falta de caráter e para tantos políticos corruptos.
Vou sorrir por que enlouquecer não vai resolver.

Vou sorrir para levar uma mensagem de paz e de amor.
E vou chorar sempre que houver uma injustiça.
Vou chorar por tantas crianças molestadas.
Pela desigualdade social e pela falta de dignidade.
Vou chorar pela má valorização dos professores.
Por tanto desamor.
E vou chorar pelos erros que hei de cometer.

Concordem ou não, gostem ou não.
O que o mundo precisa é de paz e de amor.

Enquanto os homens continuarem ignorando as diferenças.
Enquanto continuarem disseminando a violência...
Mesmo que de forma verbal, como fazem em redes sociais...
E enquanto continuarem brincando de ser “Deus”.
Nada vai mudar!

O mundo vai será cada vez pior. Um mundo...
De pessoas intolerantes e de humanos atrozes.
Um mundo sem amor e sem paz.
De gente individualista que não sabe se respeitar.
Um mundo de materialismos e de corrupção.

E assim, aquela velha mensagem “Amai-vos uns aos outros”.
Vai ser apenas uma velha mensagem.

FIM
Carol Brunel

terça-feira, 31 de maio de 2011

A COISA TÁ FEIA

Não! Não está tudo bem. A coisa tá tão feia que as pessoas estão cada dia mais neuróticas e psicopatas. Vivem paranóicas e sem auto-estima. A auto-estima está relacionada ao amor próprio e é exatamente isso que está faltando às pessoas: AMOR PRÓPRIO.

Para ver a que ponto chegamos: Paciência zero! Perco a paciência vou lá e meto uma bala na cara da outra pessoa. É assim que o homem “moderno” resolve as coisas da vida.

Ficam todos tentando seguir regras inúteis. Valorizando o culto ao corpo, preocupados em seguir padrões estéticos de beleza, preocupados com a vida de artistas e famosos e desligados a respeito da vida do próprio irmão, da mãe, do pai, de um amigo, ou de um filho.

Falta afeto dentro dos lares. Falta carinho e respeito entre as pessoas. É tanto apego desperdiçado em futilidades que acabamos ficando pobres. Pobres de espírito! Um mundo hipócrita de pessoas hipócritas. "Bem aventurados os humildes de espírito, porque deles é o reino dos céus" (Mateus 5:3)

Disse Bob Marley: É melhor atirar-se à luta em busca de dias melhores, mesmo correndo o risco de perder tudo, do que permanecer estático, como os pobres de espírito, que não lutam, mas também não vencem, que não conhecem a dor da derrota, nem a glória de ressurgir dos escombros. Esses pobres de espírito, ao final de sua jornada na Terra não agradecem a Deus por terem vivido, mas desculpam-se perante Ele, por terem apenas passado pela vida.


Somos tão dependentes e carentes ao ponto de passar o dia em redes sociais, buscando um pouco de ‘atenção’. Já dizia Renato Russo: “O mal do século é a solidão. Cada um de nós imerso em sua própria arrogância, esperando por um pouco de afeição”. E enquanto isso o sistema lucra com a problemática do mundo: a depressão.

Em alguns momentos finjo não mais ouvir comentários do tipo “minha vida está uma droga, to de saco cheio”. Por que sinceramente eu também já não tenho mais a paciência de uns anos atrás. Quando tentava dar conselhos positivos.

As pessoas não querem mais ouvir. Fecham seus ouvidos para palavras positivas e preferem a negatividade. Semeiam em suas próprias vidas o pessimismo. Usam redes sociais para divulgar frases de otimismo e amor, mas no seu dia-a-dia não aplicam aquilo que publicam em suas páginas.

Passam o dia em frente a telas de computador trocando mensagens, mas não são capazes de visitar um amigo, de conversar dentro de casa, de telefonar só para perguntar se está tudo bem, de abraçar um irmão ou de elogiar alguém.

Prova do que estou escrevendo? É simples: basta a ir a uma igreja e ver quantas pessoas estarão lá em prantos tentando encontrar uma razão para viver. Tanta gente tão vazia.

Na verdade, elas esquecem que não existe vida sem dificuldade. Que não existe felicidade sem enfrentar as batalhas. Que sem fé, sem esperança, sem pensamento positivo e sem força não se chega a lugar nenhum.

A razão para viver? É viver! E ninguém disse que seria fácil viver. Ninguém disse que não existiriam problemas. Mas, se as pessoas preferem viver submergidas no medo, em superstições e em paranóias. Cismando com inveja, com conspiração, com isso e aquilo, ligadas o tempo todo a pensamentos e lembranças ruins. O que fazer?

Gente! Qualquer ser humano com um pouco de racionalidade sabe que a vida é feita de altos e baixos. Que ter fé em Deus é importante para superar essas oscilações, mas que acima de tudo ter consciência das dificuldades é mais importante. Que ficar paranóico achando que a vida é uma desgraça só vai te jogar mais para o fundo.

Afinal, quem é que nunca passou por um problema financeiro? Amoroso? Familiar? Quem é que nunca teve vontade de sumir do mundo?

É absolutamente normal e vai passar. Não há vencedor sem dificuldades!

Outro dia li uma frase que dizia: “Não há nenhuma dificuldade na minha vida que não seja exclusivamente eu mesmo”. Eu imprimi essa frase e colei no meu monitor e assim todos os dias quando penso em reclamar da vida olho para essa frase e me obrigo a refletir.

Descobri que quando eu tentava culpar o mundo, sempre encontrava a mim mesma. Passei a entender que muitas dificuldades que enfrentei foram criadas por mim, pelas escolhas que fiz e as atitudes que tomei no meu caminho. E acima de tudo percebi que não adiantava nada ficar me culpando por erros e tropeços passados, que não resolvia nada ficar lamentando o que fiz ou deixei de fazer.

Esqueça os erros, só não esqueça as lições. A sua atitude positiva ou negativa também afeta as pessoas a sua volta. Uma atitude positiva atrai pessoas e uma atitude negativa repele.

Põe um sorriso nessa cara, põe esperança e fé dentro do coração.
Mude de atitude! Com certeza sua vida vai mudar também.
Pense nisso!

Por: Carol Brunel

domingo, 1 de maio de 2011

TANTA GENTE

Tanta gente nesse "mundo" vive de aparências...
tanta gente nesse mundo precisa mostrar para as pessoas o que faz, onde vai, com quem sai, quem são os amigos...
Não sei se por causa das redes sociais, ou se é mesmo por necessidade de aprovação.

Percebo como as pessoas fazem as coisas, não tanto por prazer, mas sim por necessidade de mostrar aos outros: Ei eu tenho amigos, ei eu saio pra balada, ei eu fui lá e aqui...é mais ou menos isso!
Noto como o tempo todo estão tentando mostrar para o mundo o que fazem como se fosse uma forma de dizer: "estou aqui, tenho amigos, mas preciso de atenção".

Engraçado é como os circulos de amizade vivem mudando. Especialmente em certos meios. Hoje somos amigos, amanha não nos vemos mais. Juras de amizade eterna que se acabam num piscar de olhos. Numa simples revelação ou numa grande traição. Não só as amizades mudam de repente, os casais também... e assim é vida desses tantos. Uma vida sem raizes!

Bom, talvez seja mera impressão minha enquanto circulo nas redes sociais e vejo milhares de fotos de colegas. Talvez, seja ignorância minha, que também tantas vezes dividi minha vida em redes sociais e até mesmo blogando minhas angústias.

Hoje, vejo tudo de um jeito diferente. As coisas mudam e meus pensamentos também. Quem sabe essas pessoas todas estejam certas e eu errada?
Não sei, mas prefiro ocultar certos detalhes da minha vida...

Um abraço aos poucos e raros que importam...

sábado, 2 de outubro de 2010

Sobre religião

Sobre Religião
Um texto polêmico
Carol Brunel

Eu não acredito na Bíblia... Ou melhor, não a vejo como uma Lei a ser seguida.
Eu acredito apenas que existe um Deus. Um SER superior que conduz as forças do universo. Um Deus que quer o bem independente de normas criadas pelo homem. Posso me satisfazer com algumas coisas escritas na Bíblia, posso ver Deus em algumas palavras ali escritas. Em outras, porém, não! Pois, não sou adepta de regras e muito menos de doutrinas religiosas. Isso para mim é coisa do homem. Por sua vez, foi o homem quem a escreveu (a bíblia). E conhecendo, mesmo que vagamente os homens... Sabe-se que esse ser “audacioso”, na vontade de comandar e conduzir o mundo conforme suas vontades: criou REGRAS. É assim que hoje vivemos, num mundo abarrotado de Leis e regras, muitas delas criadas para aplacar o mal que nós mesmos criamos, outras para ditar certo e errado. E foram essas “leis” que fizeram muita gente brincar de ser Deus, julgando e acusando uns aos outros.

Para mim, Deus está em todo lugar e a todo o momento. No verde das plantas, no vento que sopra, nas ondas do mar, em cada pedaço da natureza e onde quer que eu possa senti-lo. Deus é a paz que eu sinto quando olho o pôr-do-sol, é a alegria de estar com os amigos ou de brincar com uma criança, é o existir da família, é o compartilhar, é a música que toca meu coração... é o amor que vive em mim o tempo todo. Esse amor que pouquíssimas pessoas entendem, pois a grande maioria está repleta de paradigmas e só consegue enxergar beleza e naturalidade naquilo que lhe “ditaram” ser o certo. Talvez no que esteja escrito... E assim, qualquer um que segue outro caminho é visto como inconveniente e louco!

Eu sei que a maioria das pessoas sente a presença de Deus dentro de templos erguidos pelo homem, onde se reúnem para seguir rituais religiosos ou quem sabe glorificar. É bonito, mas: Eu não! E então alguém pode protestar dizendo: está escrito na Bíblia.
Ok! Mas, para mim a bíblia é tal qual o livro de ficção sobre Deus que acabei de ler, onde algumas coisas me tocam e outras não. São palavras do homem, escritas pelo homem. Assim como essas que escrevo. E quando escrevemos, mesmo que não haja intenção de impor uma idéia e sim apenas dividi-la, no fundo essa idéia ‘soa’ como imposição. É como se quiséssemos ditar nossas próprias regras, mas na verdade queremos dividir um conceito. Por isso, das palavras do homem eu extraio aquilo que concordo... de Deus eu extraio a beleza da vida e amor que eu vejo nos pequenos detalhes.
E enquanto a grande maioria vive apegada a regras, eu vivo apegada a liberdade da vida e do amor...

Para mim, sentir Deus é muito mais do que o ato de participar de um rito religioso, muitas vezes decorado. Porém, por ser alguém livre de preconceito nesse sentido (e lutando para se livrar de tantos outros preconceitos que foram introduzidos pela humanidade) eu não julgo e muito menos acho errado quem acredita na bíblia e participa de doutrinas. Respeito de todo meu coração! Convivo com diversas pessoas que creem sem problema algum...Até por que cada pessoa sabe da sua necessidade. Por isso, penso que cada um tem liberdade parar viver da sua maneira. Seguindo aquilo que crê. Sentindo Deus da forma que achar mais conveniente a si.

Por esse motivo não acho honesto quando as pessoas pensam que por que uma pessoa não vai a Igreja, ou por que vive de forma diferenciada, aquela pessoa não acredita em Deus ou não tem Fé. Muitas vezes essa pessoa tem uma fé ainda maior do aquele que vive participando de ritos. O que eu quero dizer é que a FÉ se manifesta de diferentes maneiras para cada um de nós.
E as religiões usam as regras por elas impostas e determinadas para ganhar força e controlar as pessoas de que precisam para “sobreviver”.

“As regras não podem trazer a liberdade, elas só trazem o poder de acusar” William P. Young

Ter fé e ser bom, para mim, é muito mais do que seguir uma doutrina, ler um livro que fala sobre Deus, ou fazer bondade uma vez por ano (no natal, geralmente quando as pessoas se solidarizam em ajudar o próximo). Acreditar em Deus é admitir que somos imperfeitos, é saber perdoar e pedir perdão, é amar ao próximo sem preconceitos. Por que muitos de nós, somos capazes de amar um animal e desprezar um “irmão” por ele ser diferente ou por suas escolhas serem distintas. Sim! Nós temos a temível limitação de que todos devem ser como nós: iguais! Dessa forma qualquer um que não siga o “regulamento” do homem acaba sofrendo preconceito.
diga-se assim: homossexuais entre outros...
Eu, por exemplo, já sofri preconceito por ser gordinha na infância, mas nunca discriminei uma pessoa por ela ser magra demais. Entretanto, cheguei ao ponto de discriminar a mim mesma por anos, por causa dos conceitos que a sociedade plantou em mim (regras) e confesso que essa luta é bem mais difícil do que se pensa... lutar contra um desejo, por causa de um conceito idiota da sociedade.

De qualquer forma toda leitura é sempre bem vida. Pois sempre se extrai coisas boas, desde que não levemos todas as coisas ao pé da letra.
Eu mesma escrevi esse texto, após ler um livro lindíssimo o qual eu recomendo para todas as pessoas, mesmo as que não acreditam em Deus, chamado: A CABANA.
Pude extrair coisas muito boas dessa leitura (ficção), e assim extraindo um pouco ali e lá, no dia-a-dia, nas leituras, nas experiências... vou “moldando” meus conceitos e crescendo como Ser Humana.

Não estou esperando que concordem com o que escrevi, pois é o meu ponto de vista sobre religião e outros temas envolvidos. Apenas que reflitam sobre a condição de que assim como cada um busca respeito por aquilo que é e por aquilo que acredita, todos os demais também esperam o mesmo. Inclusive eu!
Pratique a bem!

Afinal, todos têm suas características... Essas, típicas e únicas de cada um e que nos diferenciam uns dos outros...


Abraços,

CAROL BRUNEL
08/09/2010

quarta-feira, 11 de agosto de 2010

ODEIO FOFOQUEIROS

É engraçado como as pessoas costumam se preocupar, bisbilhotar e principalmente INVEJAR a vida alheia. É engraçado como todos tem seus defeitos, cometem erros e mesmo assim insistem em julgar o outro. Em apontar o dedo, em olhar o cisco no olho do amigo. Como se fossem Deuses, perfeitos, que vivem em famílias perfeitas e fazem tudo sempre certo. Quanta hipocrisia! A mãe que tem o filho viciado em drogas falando do filho da outra que engravidou uma menina. O primo que vive na vagabundagem falando da prima que saiu de casa. E por ai vai...

É engraçado como as pessoas insistem em determinar “certos e errados”...“bonitos e feios”... e assim em tudo na vida! Como se alguém de nós tivesse a competência de dizer o que o certo e o que é errado. Se o certo para um pode ser errado para o outro e vice-versa.

É meu caros! De “línguas” afiadas de maldade o mundo está cheio. E cheio talvez seja pouco...

Difícil mesmo é encontrar pessoas do bem. Pessoas que se importam com o caráter do outro, que se preocupam com a felicidade do outro, que disseminam a paz e o amor. Essas pessoas são espécies praticamente extintas.

Pessoas que não se importam se um é baixo, outro é alto, um é gordo, outro é magro, um é negro, outro é branco... E se importam sim com o que a pessoa é como ser humana. Talvez se a televisão ao invés de passar tanta porcaria, como as novelas, se preocupasse em difundir essas idéias, as coisas seriam diferentes.

Mas, o que vemos hoje é um mundo fútil e materialista. De pessoas que dão mais valor a uma conta bancária recheada do que a uma amizade verdadeira. De pessoas que se preocupam mais com credo, cor de pele, status e sexualidade do que com o ser humano propriamente dito. De pessoas que te abraçam na tua frente e pelas costas soltam o verbo a teu respeito. De pessoas que perdem tempo vigiando, e pior ainda falando da vida alheia ao invés de viverem a suas próprias vidas e cuidarem do seu próprio nariz. De pessoas tão, mais tão vazias de conteúdo que não tem mais nada a fazer a não ser falar do outro. De pessoas que vivem casamentos de fachada, que vivem de aparências ridículas, numa felicidade mentirosa que elas mesmas inventam para si... Mas, no fundo elas são tão infelizes e tão frustradas na vidinha sem graça que levam que para esconder sua infelicidade pegam outros para cristo.

Sinceramente! Tenho pena dessa gente. Muita pena mesmo! E graças a Deus, minha mente aberta, desprovida de maldade e convencionalismo, e voltada para o amor, não me permite ser assim e tão pouco desejar a felicidade alheia. Por que a felicidade do outro não me faz mal e nem me atrai. Do contrário eu fico feliz com a felicidade de um amigo. Seja qual for a sua escolha e seu caminho...

Por que as minhas eu mesma faço...

Sim! Estamos rodeados de pessoas maldosas, preconceituosas, fofoqueiras, invejosas e falsas. E desse grupo não se descartam os parentes. Essa é a nossa realidade. Uma realidade que vai extinguindo as amizades e até as famílias, pois hoje a COBIÇA está todo lugar.

Difícil mesmo é confiar em alguém para valer...

E o que mais me deixa triste é ver que o tempo passa e certas coisas e certas pessoas não mudam. Em plena modernidade, globalização. Certas cabeças continuam medievais. Certas “línguas” continuam maldosas e afiadas. Tantas lições que o mundo nos dá e mesmo assim algumas pessoas não são capazes de aprender um pouco se quer sobre o respeito. Talvez seja por que suas cabeças estão desocupadas demais, ao ponto de terem tempo para cuidar da vida do outro. Talvez seja por que a inveja é tamanha em seus corações que tão pouco conseguem viver suas próprias vidas.

Por isso, eu não vou dizer aqui quem sou ou deixo de ser. O que faço ou deixo de fazer da minha vida. Afinal de contas a minha vida não pertence a ninguém! Ela me pertence e eu vivo ela da forma que eu quiser. Igualmente, ninguém paga as minhas contas.

Eu sei que volta e meia, algum invejoso desocupado vai vasculhar a minha vida e talvez até falar a meu respeito. Normal... eu vou ficar sabendo e desconsiderar.

Mas, enquanto isso (na sala de justiça rs) eu vou vivendo a minha vida e trilhando meu caminho. Do meu jeito. Do jeito que me faz bem. Concordem ou discordem. Aceitem ou não aceitem. Pouco importa! Vive-se hoje e morrer-se amanha.

O único recado que eu deixo é o seguinte: quer saber a meu respeito? Tem dúvidas sobre mim? Pergunte-me! Se eu achar digno de saber eu conto, se não achar não conto. Simples assim!

FIM
CAROL BRUNEL



“... e se me achar esquisita, respeite mesmo assim, até eu fui obrigada a me respeitar”.

Clarice Lispector

sábado, 17 de julho de 2010

OooooOoooooO

é sábado, não tem sol, chove, faz frio, muito frio aqui no sul
eu podia estar deprimida por isso... por não ver o sol...
Sim! EU até teria motivos para chorar se eu ficasse pensando em certas coisas da minha vida, que não são simples como eu gostaria que fosse.
Eu podia ficar me martirizando pelos erros que cometi, por que sou humana, imperfeita e como todo ser humano eu erro também.
Eu podia ficar triste por algumas pessoas da minha família não conseguirem me entender...
mas, ao contrário de tudo eu sou feliz... e não importa se chove, se faz frio, se não tem sol, se algumas pessoas não me aceitam como eu sou, se outras me consideram egoísta pelo fato de eu querer viver minha vida, minha idependência, minha liberdade!
É isso que é importante! É você gostar de você, ser você, viver sua vida idependente daqueles que não te aceitam... infelizmente não podemos agradar a todos... e gosta da gente quem quer, do jeito que somos...
Muitas coisas mudaram, muitas pessoas mudaram, muitos amigos se foram...
novos amigos surgiram, novas experiencias, novos motivos para sorrir e chorar
a vida é assim... eu gosto assim... eu sou assim... aventureira da vida, maluca para alguns, normal para outros... por que cada qual tem seu jeito de viver e ver a vida...
faz tempo que eu não venho aqui, e não escrevo
não é por falta de tempo, talvez minha inspiração esteja um pouco adormecida, sei lá

mas, hoje eu só quero deixar a mensagem:
não importa! se chove, faz frio, se não tem sol, se as coisas não são como você gostaria, se o mundo esta contra você...
mesmo assim... seja você, seja feliz do seu jeito
um dia o mundo vai te enteder, as coisas serão como vc esperava e o sol volta a brilhar

um beijo grande aos meus visitantes
valeuu

CAROL

quarta-feira, 19 de maio de 2010

TEMPO....


Segunda-Feira 17 de Maio 2010

Tempo...

Será que ele é mesmo o dono dos sentimentos? Dono do amor? Dono da dor que sentimos quando perdemos alguém?

Ou será que somos nós os donos reais dos sentimentos e da nossa dor?

Tempo... Tão pouco respeita parágrafos. Não controlamos, não mandamos no tempo. Ele nos foi concedido com amor e para o amor, quando dito foi: “amai-vos uns aos outros”. O nosso tempo pode ser agora, amanha
... até quando não sabemos.

E quem pode dizer quando um amor começa? Quando ele surge? E por quê? E de onde vem? Se nem ao menos podemos explicá-lo. Quem disse que é o tempo que vai definir quando devemos amar ou deixar de amar?

Não! Não acredito nisso!

Acredito que amar alguém é admirar “tudo” naquela pessoa. Você admira as qualidades e respeita os "defeitos"... aquelas atitudes irritantes que qualquer um tem, mas que na pessoa amada, são irritantemente lindas. Afinal, todo ser humano tem seus lados negativos... e mesmo conhecendo esse lado você continua apaixonado. E não significa que você é cego, mas apenas entende que ninguém é perfeito pra ninguém e que todo mundo está sujeito a errar vez ou outra. E que mesmo amando de verdade alguém, você não está livre de magoar essa pessoa de vez em quando...

Amar é acordar e perceber que você está pensando no plural, esquecendo-se do singular... E você para de sonhar começa a realizar ao lado de alguém.
Amor se conquista. Amor se aprende, é um exercício constante e diário...

Eu sempre fui uma pessoa muito romântica, dessas à moda antiga, que sonham com flores em dias comuns, palavras ao pé do ouvido, luz de velas e tudo o mais que os filmes românticos propagam.

Só não acho legal a forma como alguns transformaram o amor em algo efêmero. Amores passageiros, transitórios. Que surgem e se apagam do dia pra noite. “Eu te amos” ditos da boca para fora como se fossem “oi”. Principalmente em meios eletrônicos. Banalizando assim um sentimento tão grande e bonito.

Sim! Porque é bem fácil dizer que ama, difícil mesmo é demonstrar isso em atitudes. Não somente declarações de amor públicas, presentes e beijos apaixonados, por que isso é consequencia do amor. Mas, amar é cuidar quando a pessoa ta doente, é levar aquele doce na TPM, é compreender aquele dia chato que a pessoa teve no trabalho, é olhar nos olhos e saber o que a outra pessoa ta sentindo, é abraçar forte sem precisar dizer nada, é sentir saudade, é querer estar junto... é ser companheiro, é ser fiel, é querer bem!

Na verdade tudo isso é muito mais complexo do que explicativo... E só precisa ser sentido e demonstrado. Dito quando essas simples três palavras de significado tão forte não conseguirem mais ficar guardadas no seu coração. E você vai saber quando precisa dividi-las... E vai dizê-las tantas vezes quanto achar necessário.

Tudo bem! Sou meio suspeita para falar de amor...

Alguns precisam de atenção diária, outros não. Alguns precisam expressar esse sentimento de forma mais intensa, outros não. Alguns precisam dizer e ouvir “eu te amo” diariamente, outros não.

mas, como já dizia Mario Quintana:
”Quando se vê já são seis horas…
Quando se vê já é sexta-feira…
Quando se vê já é Natal…
Quando se vê já terminou o ano
Agora é tarde demais para ser reprovado.
Se me fosse dado um dia, uma oportunidade, eu nem olhava o relógio,
seguiria sempre em frente, iria jogando pelo caminho a casca dourada e
inútil das horas.
Seguraria todos os meus amigos, que já não sei onde e como estão, e
diria: Vocês são extremamente importantes para mim.
Seguraria o meu amor, que está, há muito, à minha frente, e diria:
Eu te amo!”

Tenham uma Boa semana!
Abraços

Carol Brunel