Talvez quem me leia...
Em um simples olhar, crie uma imagem.
Me veja da forma que ouviu,
ou no pouco que se mostra.
Talvez quem me leia...
Em minhas meia palavras,
me defina como quiser.
Nas entrelinhas do que escrevo,
Tudo parece claro...
Mas nem sempre é o subentendido.
Sou feita de tantas metáforas.
Sou pedaços de tantas vidas e histórias.
Há uma imensidão dentro de mim,
que jamais alguém conseguiu chegar.
Sou feita dos meus segredos.
Dos meus momentos de solidão.
Das histórias que criei quando sonhava.
Mas talvez quem me leia,
Em uma simples passagem de tempo.
Não faça ideia de quem vive aqui.
Eu sou uma mistura maluca de existir.
E definição nenhuma pode contar.
Só não posso negar minha intensidade,
De ser, de sentir, de amar.
De continuar a sonhar...
E querer viver coisas incríveis.
It's so easy.
FIM
Carol Brunel
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