Pensamento

"Tenho pensamentos que, se pudesse revelá-los e fazê-los viver, acrescentariam nova luminosidade às estrelas, nova beleza ao mundo e maior amor ao coração dos homens".
(Fernando Pessoa)

quinta-feira, 22 de dezembro de 2016

NATAL: FELICIDADE E AMOR!

Mais um final de ano chegou... E como de costume eu não poderia deixar passar sem um “textinho” (que vai para o blog > carolbrunel.blogspot.com)
Dessa vez eu resolvi escrever sobre FELICIDADE. E a gente sabe que felicidade é algo que a gente não tem todo dia, não terá todo dia, não existe só felicidade. Mas a tristeza existe exatamente para que a felicidade também exista.

FELICIDADE É AMOR. Felicidade é fazer o bem. Felicidade é ter com quem contar. Felicidade é abraço apertado. Felicidade é sentir o coração pulsar. Felicidade é paisagem. Felicidade é arriscar-se. Felicidade é fim de tarde olhando o mar. Felicidade é pôr do sol... e nascer também. Felicidade é sorriso. Felicidade é gentileza. Felicidade é paz. Felicidade é tanta coisa. Coisa pequena, detalhe mínimo. Mas felicidade também é grande.

E tem gente que passa a vida toda fugindo da felicidade. Se escondendo dela... E às vezes a gente pensa MESMO que nunca mais vai ser feliz. A gente pensa que nunca vai encontrar alguém como foi “tal pessoa” na nossa vida... Que nunca mais vai viver momentos como aqueles. Mas meu amigo, nada e nem ninguém é insubstituível. A vida sempre se renova. A vida sempre nos surpreende. A vida está ai de braços abertos, cheia de oportunidades e de pessoas.

Vou te dizer com toda certeza do mundo: você vai viver momentos melhores ainda que aqueles e vai encontrar pessoas maravilhosas pelo caminho. Mas isso vai acontecer quando você deixar ser. Quando você parar de olhar para sua “janela sentimental” do passado e pensar: “puxa eu posso ser feliz de novo”. O nosso coração é grande e cabe muita gente. Cabe amor. E não amores platônicos. Como diria Paulo Roberto Gaefke:
“Lembre-se somos apaixonáveis, somos sempre capazes de amar
muitas e muitas vezes. Afinal de contas, nós somos o Amor.”

Isso não precisa de psicologia nenhuma para explicar ou entender.

De repente você vê aquela pessoa que era feliz. Que tinha uma história. Que tinha um passado. Que viveu bons momentos. Sendo ainda mais feliz do que era. E sabe... isso é mágico. É prova real de que a vida sempre SEMPRE se restaura. Eu quando vejo alguém “vibrando” felicidade eu fico feliz só por saber da felicidade. Por que felicidade é lindo de sentir e de ver.

Eu fico feliz quando eu vejo as pessoas se permitindo serem felizes. Fazerem os outros felizes. Quando vejo pessoas vivendo a felicidade dos pequenos detalhes, mesmo sabendo que a felicidade é um estado de espírito e que às vezes a gente também fica triste.
Mas eu acho lindo quando as pessoas são felizes sem “mi mi mi”... sem desculpas, sem máscaras, sem disse que me disse, sem boicote, sem padrões, sem medos, sem preconceitos, sem negar a si mesmo.

Hoje eu acordei, abri meu Instagram e em meio a tantas coisas vi a felicidade. Uma felicidade que me inspirou a escrever esse texto. Uma história antiga que acompanhei... e agora uma nova história. Que parece ainda mais bonita. A mágica da vida. E é como a mágica do Natal, que nos dá esperança, que nos mostra que a gente pode SIM viver coisas lindas. É só parar de "mi mi mi"...

Pois “Que seja feliz quem souber o que é o bem”.

FELIZ NATAL, FELIZ ANO NOVO! QUE 2017 venha repleto de momentos ainda melhores, de dias melhores, de alegrias e felicidades muito maiores.

segunda-feira, 12 de dezembro de 2016

PENSAMENTOS NO “PAPEL”


(...e tudo bem que o papel é virtual)

Nos achamos maduros, adultos e sérios. Mas a verdade é que ainda agimos feito adolescentes bobos... Falta não apenas amadurecimento, mas também uma pitada de caráter.
Vocês ficam ai... querendo “dar” uma de garotinho (a), mas não percebem que o tempo tá passando. E nego... o tempo é cruel. Quando olharmos para trás vamos ver: foi tarde demais!  Tarde demais para crescer. Tarde demais para cair na realidade. Tarde demais para tantas coisas.

A idade chega para todo mundo amigo! E não que a vida deva ser chata. Que deve ser sempre séria. 
Que devemos ser sempre “adultos”. Que ela não deva ser divertida. Que não deva ter descontração, risos, abraços, amigos... momentos de loucura. Aliás é muito bom saber aproveitar a vida, os bons momentos, os bons amigos. Mas chega uma hora que a nossa loucura precisa ter uma pitada de “pés no chão”, um pouquinho de discernimento... e um tanto de madureza. Se não a gente corre o risco de se “perder” no caminho... E depois quando a “casa cai” não adianta chorar, espernear, fazer drama, pedir socorro a Deus, questionar o universo...

Não que eu seja exemplo. Longe disso. Não sou não! Já fiz tanta cagada na vida. Já colhi muito do que plantei. Aprendi! Aprendi que a vida não é um parque de diversões onde você pode sair fazendo o que bem entender... Zoar geral e brincar com todo mundo. Tipo “vou fazer o que der na telha e que se foda os outros”. Hei... Os 20 e poucos anos já se foram. É preciso principalmente se colocar no lugar dos outros. Já diz o ditado “caráter é o que você faz quando ninguém tá vendo”. Não é os outros que se “fodem”, quem se fode é a gente!

E a gente se acha descolado e esperto. Cheios de auto afirmação. Cuidado! Como diz o ditado “o mundo gira”. Esse é o perigo. O universo é especialista em devoluções. Então que a gente fique esperto mesmo, mas esperto para isso. Assim não corremos o risco de quebrar a cara lá frente.

É preciso humildade. É preciso se colocar na posição em que estamos. A gente também pode se divertir sendo adulto. Não precisamos perder a noção, as estribeiras... e muito menos viver agindo como crianças. Crescer também é entender isso. Assim a gente não corre o risco de ser visto como “idiota” pelos que já cresceram.

"Olha lá o bobão que se achava esperto e hoje tá sozinho"

É que se a gente não respeita quem está ao nosso lado, não vai respeitar nem a si mesmo, nem a mais ninguém.  Respeito é a chave de ouro para tudo. Nos negócios, no trabalho, entre amigos, na vida social, em casa, no relacionamento.

E não esqueça “a vida é um eco, você recebe aquilo que emite”. Então que a gente cuide, com as palavras e com as ações.  Colhe-se aquilo que se planta!

De resto é só buscar evoluir e ser alguém melhor. É assim que as coisas vão funcionar positivamente.

FIM!
Carol Brunel

12/12/2016

quarta-feira, 7 de dezembro de 2016

PARA OS MEUS AMIGOS!

Eu tenho amigos...

Tenho amigos que o tempo distanciou. Mas o coração não.

Tenho amigos que são eternos na minha história e amigos que seguiram seus caminhos. Eu não me sinto triste por isso. Do contrário, sinto-me feliz por saber que a minha história teve muitos. Mas que os melhores permaneceram. Não que os demais tenham sido ruins, mas eles cumpriram seu papel... e eu o meu. Quando se fala de amizade não precisamos de quantidade e sim de qualidade.
Tenho amigos que falo com orgulho. Tenho amigos que são como uma “parte de mim”.

E o que mais me alegra... é que eu não preciso dizer. Não preciso provar. Não preciso “puxar o saco” dos meus amigos. Dizer o quanto eu os admiro, ou o quanto os acho bonitos. Eles apenas sabem. Não preciso enche-los de corações diários e nem falar aquela frase CAFONA e clichê “miga te amo”. Aliás, vocês não irão me ver chamando meus amigos e minhas amigas de “migas” e “migos”. Hahahaha é que eu já cresci...

Eu os chamo de amigos e amigas! No sentindo mais natural, verdadeiro e formal da palavra. Como deve ser!

Meus amigos são diferentes de mim. Muito diferentes!!!! Eles gostam de coisas diferentes. Vivem vidas diferentes. Tem opções diferentes.  E alguns tem religiões diferentes. Outros seguem mais regras do que eu. Nem por isso nossa amizade enfraquece. Sabemos entender nossas diferenças e lidar com elas. E isso é lindo!

Eu tenho amigos que me puxam a orelha quando necessário. Me falam o que pensam “doa a quem doer”. Às vezes são bem duros comigo. Mas eu sei que eles só querem meu bem. Eles não desistem de mim e eu também não desisto deles.

Eu tenho amigos que me encantam, pelo jeito simples de ser. Eles também não puxam meu saco. Não ficam tentando provar a amizade. Não me bajulam. E ás vezes até ficam um “tempo” sem aparecer. E quando eles aparecem é como se eu tivesse visto ontem. E sabe?! Eu prefiro assim. Prefiro a naturalidade de como as coisas acontecem. Bate aquela saudade e a gente se encontra.

Eu tenho amigos com muito bom senso. Eles sabem respeitar meu espaço... e eu sei respeitar o deles. Eu sei que eles têm a vida deles. Eles sabem que eu tenho a minha. A gente não se invade. A gente se curte. Isso é ótimo!

Por que eu sempre digo, amigo pra festa, pra fofoca, pra mesa de bar, pra churrasco e cachaça é fácil de ter. Amigo para passar a mão na cabeça e concordar com a gente é fácil. Mas amigo que tem coragem de te dizer quando você tá errado. Amigo que discorda de você. Amigo que tenta te ajudar a ser melhor. Amigo que te mostra um outro ponto de vista. Amigo que tá ali nas horas boas e nas ruins. Ah meu irmão! Esse tipo não se acha em qualquer canto não.

Por isso sou feliz com os meus. Por que sei exatamente quem é de verdade e quem não é!! Aqui a conversa mole não faz morada não...
E com toda simplicidade eu digo: Obrigada meus amigos!
Por serem bons amigos!
FIM

Carol Brunel

07/12/2016

sexta-feira, 2 de dezembro de 2016

Tudo de mim



Tudo de mim respira, transpira, se inspira.
Quando vê esse azul que cintila.
E ilumina...
Tudo de mim admira, delira.
Quando passa por ali, por lá...
E Há tantos corações por ai.
Há tantos azuis, pretos, marrons, verdes.
Mas nenhum é igual a esse.
Esse é diferente.
Ele bate, acelera, dilacera...
Cada parte de mim.
Que acredita, que sonha, inventa.
Acrescento: o desejo!
Tudo de mim quer...
Um pouco ou muito desse azul.

FIM
Carol Brunel

02/12/2016



quinta-feira, 17 de novembro de 2016

É você!

Quando faltam palavras e as músicas falam.
O peito sufoca. Uma certeza...
É você! Só Você!
Por que quando meus olhos fitam os teus, eu sei...
Você é quem eu sempre procurei.
Encontrei, superei.
Tudo que a gente superou.
É você! Só você!
Quem eu quero. Quem estou.
Por que quando vejo teu sorriso, eu sorrio...
Minha alma acende.
E me encho desse encanto.
E eu peço. Eu canto...
Não vá! Não vá outra vez não!
Fica um pouco mais aqui.
Vive um pouco mais de nós.
Deixa ascender nossa paixão.
Que eu tenho certeza...
Seremos felizes!
Você e eu! Eu e você!
Nós...

♪♫ é você, só você, que na vida vai comigo agora ♪♫

Fim
Carol Brunel

17/11/2016

quarta-feira, 9 de novembro de 2016

Amor não tem distinção!

Um mundo em colapso...
Cadê os laços? Cadê aquele abraço?
Aquele que envolve totalmente...
Chega aquecer o coração.
Um mundo em pedaços.
É tanto cansaço...
Melhor fazer uma oração.
Aos pregadores de ódio.
Aos dissipadores do egoísmo.
A quem acha que “ser frio” é bom!
Por que bom mesmo é emoção.
Bom é frio na barriga,
Carinho, abraço e paixão.
Bom mesmo é amor.
E amor não tem distinção...
De gênero, idade, cor...
Por isso, ao amor:
Mais sim e menos não!
O mundo pode até desabar.
Mas eu não vou deixar de amar.
Não!

FIM
Carol Brunel

09/11/2016

quinta-feira, 3 de novembro de 2016

NO CIRCO TEM PALHAÇO, TEM... TEM TODO DIA!

NO CIRCO TEM PALHAÇO, TEM... TEM TODO DIA!

A história é sempre igual: Quem tá de fora nunca sabe o que acontece por trás dos bastidores. 
O espetáculo é sempre bonito. Tem um cara lá bem vestido, com sorriso no rosto, falando coisas bonitas... Ele sabe falar, sabe se portar, sabe dizer aquilo que o público quer ouvir. E o espectador está lá sentado na plateia, achando tudo muito bonito, sorrindo e aplaudindo. Se engana quem pensa que os palhaços estão no circo, os palhaços estão quase sempre no público. Que é iludido com a história da carochinha. Para quem está na plateia sempre parece que um é melhor que o outro. Que aquele que tem mais “lábia” é o melhor. Mero engano. 

No “circo” às vezes o que parece ruim é bom, o que parece bom é na verdade legítimo marketing. Os espectadores são ludibriados com ilusionismo e outros tipos de “mágica”. No circo também tem os “peões”, que trabalham lá onde ninguém vê e que quase nunca são valorizados como deveriam. Na verdade os peões passam despercebidos e normalmente são desconhecidos pelos donos do espetáculo. Os peões muitas vezes se revoltam vendo tudo que acontecem por trás das lonas e das cortinas. E enquanto o público se distraí os “mandantes” do circo enriquecem. De tempos em tempos troca-se os mandantes.... E a história se repente. Trocam os peões, trocam os animadores, trocam os marqueteiros, trocam os malabaristas, trocam os “figurantes”... ficam alguns, mas no circo não muda muita coisa. Engana-se quem pensa que muda. 

Os palhaços fazem vídeos, fazem piadas nas redes sociais... E outras vezes os palhaços se revoltam e criticam o espetáculo. Muitas delas sem saber o que realmente acontece. Os palhaços querem rir, querem fazer rir, querem benefícios para si... e às vezes os mandantes do circo até fazem os palhaços “felizes”, pois os palhaços são que mantem “a alegria” do circo. Muitos palhaços se corrompem facilmente, basta lhes contar histórias pérfidas e lhes dar alguma coisa em “troca”. Outros são só palhaços, ingênuos, rindo enquanto assistem o espetáculo. Outros são palhaços espertos, e conseguem descobrir o que rola nos bastidores da "coisa toda". Esses últimos são poucos. Por que a grande maioria é deslumbrada com os shows. 

No circo também tem gente de bem, gente honesta, gente justa.... Os malabaristas, que estão ali, tentando se equilibrar entre o espetáculo e outro. 

Quando o circo fecha, diversos palhaços se revoltam, sem saber o que acontece. É que para muitos palhaços, os peões e os malabaristas do circo não têm direito a descansar. Mas o circo tá “quebrado”. A quantidade de “shows” e “trapaças” é tamanha que o circo precisa de uma folga para respirar. 

É hora de entrar outro mandante, colocar uma lona nova, umas cortinas, uns peões, uns malabaristas e uns ilusionistas diferentes. É hora de mudar a cara do espetáculo. Fazer umas performances diferentes. Assim o público... os palhaços... ficarão satisfeitos por um tempo. 


Mas no fundo... Lá no circo o espetáculo é sempre igual. Só muda a cara dos mandantes e dos ilusionistas. Sempre tem lona, bastidores, cortinas, peões, malabares, mágicos... e se dança conforme a dança. No circo, quem tá de fora vê de um jeito, quem tá dentro sabe como funciona. 
Mas nesse circo todo, na verdade, os palhaços somos nós.

Uma metáfora! Para quem entender, aplausos! 
Por que circo nenhum se sustenta sem aplausos!


(PS: me perdoem os donos de circo, por que o circo o qual se refere esse texto é outro... é tudo metáfora)

FIM

Carol Brunel
03/11/2016

Criciúma/SC