Pensamento

"Tenho pensamentos que, se pudesse revelá-los e fazê-los viver, acrescentariam nova luminosidade às estrelas, nova beleza ao mundo e maior amor ao coração dos homens".
(Fernando Pessoa)

sexta-feira, 17 de março de 2017

Just Like This



Bem assim! Desse jeito...
Do jeito que um dia imaginou.
Afinal, quem nunca idealizou?
Quem nunca quis viver emoções?
Coloquei a música no começo.
Ela me desperta as melhores sensações.
E se eu posso voltar a canção...
Eu também posso recomeçar!
Fecho os olhos, me permito sonhar.
E diante de tantos pesadelos.
Eu não posso parar...
Há uma flor que brota no deserto.
Na terra seca e sem vida.
Lá está ela, a flor, irradiando o amor.
Pois o amor é como a flor...
...Que brota no inabitado.
Embelezando almas e corações.
Às vezes ele vem de mansinho.
Às vezes chega fazendo tempestade.
Não bate a porta, não avisa. Chega!    
De todas as palavras mais lindas.
Há aquelas que são ditas pelo olhar.
De tudo que se quis ouvir...
Ah! Isso nunca vem de onde se espera.
Vem sempre do inimaginável.
E quando a canção chega ao fim...
Basta deixar recomeçar.
É assim com a vida...
Esse é meu melhor jeito de dançar!

FIM

Carol Brunel

17/03/2017
10h41min
Criciúma/SC


terça-feira, 14 de março de 2017

Viver bem!

Observava demais os movimentos alheios. O que faziam, o que diziam, o que pensavam a respeito das coisas e das pessoas. Tudo isso importava demais para aquele ser humano. Seguia padrões. Importando-se sempre com as opiniões alheias.

Nesse emaranhado ilusório, esquecia, contudo, de ver os detalhes mais íntimos de quem estava ao seu lado. O olhar triste de sua mãe, a necessidade de ser ouvido do seu parceiro (a). Não notava quando o outro não estava bem, quando precisava de um ombro e de ouvidos. Deixava de sentir o prazer de um abraço em silêncio, ou de sentar na varanda em uma noite fria para olhar as estrelas.

Coisas tão simples, mas tão necessárias nesse mundo frenético!

A vida passava debaixo do nariz, enquanto vivia na loucura da obstinação por TER.

Muitos de nós vivemos assim. Criamos prisões, criamos grades, criamos muros! Ficamos reféns da nossa teimosia. Reféns do medo de sentir mais, de ser mais. É preciso observar mais em nossa volta. Olhar mais a alma das pessoas. Olhar com o coração. Olhar nos olhos. Sentir. Tocar.

Para que nossa vida tenha tido, realmente, algum sentido!

FIM

Carol Brunel
14/03/2017


sexta-feira, 10 de março de 2017

PESSOAS TÓXICAS

--> ABRINDO UMA EXCEÇÃO, UM TEXTO QUE NÃO É MEU, MAS QUE ACHEI INTERESSANTE COMPARTILHAR AQUI <--



De fato estamos cercados de pessoas tóxicas.

Pessoas que são egocêntricas, manipuladoras, interesseiras, arrogantes, rancorosas, amarguradas, mal amadas, invejosas ou fracassadas, que não conseguem ver o sucesso ou a felicidade alheia. Enfim, pessoas sombrias que minam os relacionamentos e amizades com intrigas, críticas excessivas, falta de consideração e respeito pelo outro e abusos verbais ou físicos. São pessoas muito perigosas de se conviver.

Essas pessoas tóxicas acabam, de alguma forma, nos envenenando. Direta ou indiretamente, acabamos agindo por influência delas, seja com atitudes ou omissões. Muitas vezes acabamos agindo por impulso para evitar essas pessoas, ou, na pior das hipóteses, acabamos agindo da mesma forma. São pessoas nocivas, envenenando nosso comportamento e nos levando a agir e a tomar decisões que, em outras circunstâncias poderiam ser completamente diferentes.

São tóxicas, porque conseguem despertar o que há de pior dentro de nós, não apenas no sentido de maldade ou crueldade, mas no sentido de perdermos a identidade, a autonomia, a energia, a iniciativa e o poder de decisão. Ficamos estagnados, hipnotizados, paralisados. São verdadeiros vampiros, sem luz própria, que consomem nossa energia vital, que exploram e manipulam pessoas de acordo com os seus interesses e vivem às custas da energia dos outros para se sustentarem.

Pessoas que sabem tudo a respeito da vida das outras pessoas, mas não conseguem administrar a própria vida. Sabem dar conselhos como ninguém tem um discurso lindíssimo para o mundo lá fora, mas que, na vida pessoal, nos bastidores, na vida íntima, são pessoas frustradas, egocêntricas, verdadeiras ilhas no meio da sociedade, que não tomam para si os próprios conselhos.

Sabem olhar de fora, apontar defeitos, problemas, erros. Mas não sabem participar, não conseguem enxergar os próprios problemas ou defeitos. Apontam os defeitos alheios para, de certa forma, esconderem os seus próprios. Essas pessoas não suportam ser contrariadas e confrontadas. Quando o são, torturam a pessoa com palavras cruéis para tentarem provar que estão certos. Seu ego é superlativo para compensar a sua extrema falta de Amor-Próprio. Usam as pessoas conforme seus interesses e, quando estas discordam de suas ideias, são descartadas e eliminadas, sem a menor consideração.

A toxicidade reside exatamente no fato de não nos darmos conta de que estamos sendo manipulados ou influenciados. Ficamos fascinados, imersos numa imensa ilusão, até o dia em que despertamos e tomamos consciência de que estamos muito mal, morrendo por dentro, e que algo urgente necessita ser feito. Um corte para a nossa libertação, para resgatar a nossa sanidade, saúde e alegria de viver.

Em nossa busca pela felicidade, por tudo aquilo que nos traz bem-estar e alegria, o grande segredo é não se deixar influenciar, se afastar e evitar a convivência com esses tipos. Isso não significa alimentar sentimentos negativos dentro de si com relação a eles, mas de preferência visualizá-los felizes e agradecidos em sua vida, emanando energias e vibrações positivas.

Reflita, você convive intimamente com alguma pessoa tóxica, seja na família, no trabalho, ou nas “amizades”?
Tenha cuidado, afaste-se, fique longe o quanto antes dessas pessoas.
Cuide-se, preserve-se, seja você mesmo, seja pleno e feliz.

E acima de tudo sempre perdoe essas pessoas, muitas vezes, elas não têm consciência de seus próprios malefícios.

FONTE: Universo Natural/Wordpress 

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2017

“há quem nos roube, há quem nos devolva”.

o Padre Fábio de Melo tem uma frase que diz: “há quem nos roube, há quem nos devolva”.

Fiquei pensando sobre isso e formei minha ideia a respeito...

Quem nos rouba, rouba nossa paz, rouba aquilo que realmente somos, rouba nosso consciente e até nosso inconsciente. Rouba nossas certezas, nossas virtudes, nossos sonhos e verdades. E com o passar do tempo a gente acaba esquecendo quais eram nossos desejos, aquilo que a gente esperava da vida e do amor. Esquecemos quem somos e passamos a ser o que o outro deseja. Por que essa gente que nos rouba também nos maneja. Faz a gente pensar que esta errado sempre, faz a gente caminhar com sentimento de culpa, faz a gente esquecer o que a gente pretendia ser quando chegou. Essa gente que nos rouba faz a gente esquecer o que realmente nos trazia felicidade.

Gente que nos rouba deixa a gente paranóico. Numa obsessão pela perfeição que não existe. Por que gente que nos rouba não vê nossas qualidades e nos lembra o tempo todo das nossas falhas.

E o pior é que a gente se acostuma a viver assim...

Mas ainda bem... ainda bem... que nesse mundo também tem gente que nos devolve. E gente que nos devolve é contrário. Gente que nos devolve é aquela gente que nos faz sentir especial. É aquela a gente que conhece nossos piores defeitos, mas que admira nossas qualidades acima de tudo. Gente que nos devolve é aquela que faz a gente perceber o quanto a gente gosta disso ou daquilo, o quanto a gente precisa de carinho, o quanto é bom viver algo reciproco. Gente que nos devolve é aquela que olha nos olhos de um jeito autêntico, que nos toca não só a pele, mas também a alma. Gente que nos devolve é aquela que vê a gente com olhos de bondade e gentileza. 

Ah! Essa gente que nos devolve. É essa gente que nos faz perceber quem somos de verdade. É essa gente que nos faz perceber o que realmente gostamos...e o que deixamos para traz enquanto a gente andava com pessoas que roubavam, não só nossa energia, mas também nosso ser.

Essa gente que nos devolve, é quem permite que sejamos nós mesmos. É que faz a gente tirar a venda que colocamos diante dos nossos olhos fingindo que a gente é feliz, só por que a gente não quer enxergar a realidade. Essa gente que nos devolve é quem nos faz cair em si quando a gente vive dizendo para si mesmo “eu devo ser exigente demais" "A culpa é minha" "Eu que tenho que ser mais tolerante”. E assim os anos passam... o tempo passa e a gente vai levando, levando, levando... esperando que um dia as coisas mudem. 

Não mudam! Só muda mesmo quando surge alguém que está disposto o suficiente a nos devolver.

Gente que nos devolve não tem medo do apego, não tem medo de nada. Gente que nos devolve é quem nos quer por inteiro, na cama, na casa, no quarto e no coração. Gente que nos devolve é aquela que nos olha e pensa “puxa que sorte a minha”. Gente que nos devolve é quem realmente está tão entregue quanto você. É aquela gente que nos olha nos olhos e segura nossa mão. Gente que nos devolve é gente que está disposta. Gente que sabe o que quer. 

Então... que a vida afaste de nós todos aqueles que nos roubam e mantenha próximo só quem nos devolva!! Por que ser devolvido nesse mundo de ilusões... é a melhor coisa que pode existir!

FIM
Carol Brunel

24/02/2017

terça-feira, 14 de fevereiro de 2017

Namore sim!!!

Acho a maior graça quando ouço as pessoas fingindo para si mesmas que não estão “nem ai”. Quando no fundo... as pessoas que mais se escondem em seus casulos e fogem dos sentimentos, são normalmente as que mais precisam dele. Acho hipocrisia fingir que grande parte de nós não sonhamos viver algo verdadeiro e sincero. Sonhamos sim! Por que somos humanos e além de um cérebro feito para pensar, temos um coração, feito para sentir. Não vejo tantas vantagens em negar sentimentos, em se esconder e não se permitir. Fugir às vezes pode nos proteger sim, mas também pode impedir de viver coisas bacanas. Já dizia uma frase de Epicuro “Tu, que não és senhor do teu amanhã, não adies o momento de gozar o prazer possível! Consumimos nossa vida a esperar e morremos empenhados nessa espera do prazer”... Ser sozinho pode até ser bom... É bom! Tem suas vantagens... Mas, até que ponto elas são realmente mais interessantes?!?! Como diz a canção “Mentir para si mesmo é sempre a pior mentira”. E tá cheio de gente por ai mentindo para si mesmo. Eu ouço... concordo e “deixo quieto”. Por que acho sim que cada pessoa tem a liberdade de ser o que quiser, pensar o que quiser e decidir o que quiser para sua vida. Desde que também respeitem outras formas de viver e pensar. Confesso! Eu mesma já me vi optando pela “solidão”, por motivos diversos. Mas, eu realmente acho que é delicioso ter alguém! Estar ao lado de uma pessoa bacana, compartilhar momentos. E pode ser tão divertido quanto ser solteiro, sabendo aproveitar a dois. Dá pra se divertir muito a dois...Como diz o Verissimo “Paquerar é bom, mas chega uma hora que cansa! Cansa na hora que você percebe que ter várias pessoas ao mesmo tempo é o mesmo que não ter nenhuma, e ter apenas uma, é o mesmo que possuir várias”.  E dai você se pergunta como saber se uma pessoa é namorável? Bom! Essa resposta (eu acredito) só é possível de encontrar tentando. Quem sabe uma boa dose de afinidade de ideias e outra de atração. Alguns objetivos em comum e alguém com quem consiga conversar. Ou talvez, nenhuma dessas opções. Li num blog outro dia o seguinte “Namorável pode ser a pessoa complicada, fujona e problemática que você adora colocar no colinho e consolar, sentindo-se necessária e importante. Ou talvez namorável seja a pessoa descolada e flutuante que senta ao seu lado no carro e te olha de um jeito tão especial que faz você se sentir a mulher mais linda e preciosa do mundo. Mas namorável também pode ser quem sabe pegar você de jeito pra dar um beijo daqueeeeeleeees, até você ficar tonta e perder o rumo de casa (...)Mas namorável, namorável de verdade mesmo, é aquela pessoa que se deixa namorar”.  Desnecessário citar as desvantagens de namorar. Mas, entre as vantagens... Ah!!! Elas são deliciosas...

E FIM!! 

Happy Valentine's Day!!! -

Por: Carol Brunel

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017

O NOSSO SANTO BATEU?

Se o meu santo não bate com o de alguém, ele simplesmente não bate e pronto! Eu não forço a barra, não forço intimidade, não faço de conta que sou amiguinha.

Eu não vou ser mal educada, não vou virar a cara, não vou sair do local. Vou dar bom dia, boa tarde, boa noite e talvez trocar umas palavras se o assunto me tocar. E se a pessoa não me cumprimentar eu não dou a mínima. Azar o dela!! 

Acho um absurdo quando eu vejo pessoas que criticam e falam mal de alguém pelas costas e quando encontram “o alguém” ficam querendo puxar assunto, ou agindo como uma “puta fresca” (ops!).... Cheio de sorrisos e abraços... Se há dois dias atrás estavam falando da pessoa. Pera lá né?! Para mim é assinar um atestado de falsidade!

Aliás acho mais absurdo ainda quem mantém esse tipo de relação com as pessoas só para se sentir aceito nos grupos. Quem precisa disso é por que não se garante e tem medo de ficar sozinho. É coisa de gente insegura! Quem se garante sabe que a gente não precisa disso para ser feliz e sabe que não precisa agradar todo mundo. Não viemos ao mundo para isso!! 
Muito menos para estar rodeado de gente que não acrescenta em nada 

Tá...
(acho que já falei disso em outro texto).
É que eu realmente me indigno observando algumas atitudes. Não me desce! E infelizmente no meu dia a dia sou rodeada desse tipo de atitude... 

Eu jamais vou fingir que sou amiga de alguém que eu tenho abuso, que eu acho chato, ou que meu santo não bate. Não vou ficar puxando papo e mantendo longos diálogos. Menos ainda falando da minha vida, intimidade, ou qualquer coisa do tipo. No máximo um coleguismo e algum assunto qualquer sem prolongamentos... e olhe lá!

Faço questão de não tratar ninguém com falsidade. Aliás, eu tenho um faro para falsidade...  Sinto de longe!

Conversas prolongadas, risos, abraços, carinhos, trocas calorosas? Essas eu deixo para as pessoas que eu realmente gosto e que realmente me agradam. Aquelas que minha sintonia e meu santo bate!!  
De resto! Bem...

Não sou obrigada!

FIM
Carol Brunel

13/02/2017

segunda-feira, 30 de janeiro de 2017

A “vibe” é outra!

Eu ainda sou aquele de tipo de gente que gosta das coisas mais simples da vida. Tipo: ficar abraçada no sofá ouvindo música boa e conversando sobre a vida. Eu ainda sou aquele tipo de gente que curte uma pitada de romance, uns beijos “calientes” e uma respiração no ouvido. Ir no cinema. Ficar abraçado na cama quando acordar. Eu sou ainda aquele tipo de pessoa que quer planejar uma viagem, um final de semana ou uma vida.

Mas eu devo ser de outro planeta! Por que a “vibe” por ai é outra.

“Pegar” o máximo de pessoas possível. Beijar inúmeras bocas e se apegar nem pensar. Fazer planos não! Por que a gente nem sabe se vai dar certo né?! Ter milhares de amigos virtuais e achar que é “TOP” por isso. Estar sempre rodeado de um monte de gente que não acrescenta nada só para parecer descolado. Ficar satisfeito por ser aceito em grupos de idiotas... Beber até ficar bêbado em todas as festas, por que é massa se divertir. Demonstrar indiferença por quem realmente se interessa por nós, afinal ninguém pode sacar que você tem sentimentos.  

Estar com alguém, mas ficar de olho em outros. Por que se não der certo né? Aliás a galera anda bem desacreditada de tudo. Sofre uma decepção e acha que nunca mais vai poder confiar em ninguém, que nunca mais vai ser feliz com alguém, etc...

Outra parte da “turma” alega não ter tempo para ir no cinema com o (a) parceiro (a), para planejar um jantar, ou para fazerem qualquer coisa a dois. Por que estamos trabalhando demais. Por que há sempre outros compromissos. Por que é idiotice fazer essas coisas. Por que sair com os colegas é mais legal. Por que não tem necessidade dessas ‘chatices’. E poderia citar uma lista grande de justificativas e desculpas que a gente arruma para tudo.

Tem quem ache ainda que um momento “romance” sempre tem que acabar em sexo. Mas você também pode ficar só abraçado assistindo um filme, beijar e fazer carinho. Mas se der vontade e rolar? Melhor ainda! Que consequência mais boa.

Aliás, é comum a gente ouvir os casais reclamando que fazem pouco sexo, que no começo faziam mais. Obviamente que diminui e a gente sabe, mas obviamente que no começo faziam mais coisas que despertava a vontade, tipo? Romance! Beijos, abraços, músicas. Sair para balada juntos. Dançar. Assistir um filme picante. Dormir sem roupa. Beber uma taça de vinho. Etc...etc...etc. Tudo aquilo que vai se deixando para trás.

Mas eu ainda tô aqui... Naquela outra vibe! Na vibe dos que curtem demonstrar. Dos que curtem sentir. Eu ainda sou do planeta aquele, onde as pessoas não querem quantidade e sim QUALIDADE. Aliás eu prefiro meus poucos e bons amigos do que milhares de pessoas sem conteúdo ao meu redor, muito menos aqueles que vivem puxando o saco de todo mundo.

Quero estar com meus amigos sim!! Sempre que a gente puder se encontrar. Se a gente não puder tudo bem. Eu não tô querendo ser aceita em todas as tribos, muito menos quero fazer parte de todas elas. Não quero alimentar meu ego. Não quero agradar todo mundo, aliás não sou obrigada!

De resto eu ainda prefiro ficar na minha “vibe”. A vibe dos que curtem um olhar nos olhos, um sorriso aberto, uma tarde de domingo no sofá da sala, depois de uma noite de sábado com os amigos verdadeiros. A vibe dos românticos assumidos. 

Por que afinal qual o problema de gostar de namorar?

Fica a pergunta... para reflexão!

FIM
Carol Brunel

30/01/2017